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LAPA 415 ANOS
O crescimento urbano da Lapa
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Um
pequeno núcleo populacional caracterizou a região
da Lapa nas últimas décadas do século 19,
formado por trabalhadores das olarias e por agricultores das propriedades
rurais. A região servia mais como local de passagem de
viajantes e tropas que se dirigiam ao interior através
do chamado Caminho para Jundiaí.
Antes da chegada do século 20, a região da Lapa
passará por mudanças significativas. Sítios
e fazendas são transformados por seus proprietários
em grandes loteamentos. Em 1888, é lançado o loteamento
da Vila Romana, com lotes agrícolas; em 1891, surge o Grão
Burgo da Lapa (que compreendeu a Lapa de Baixo e a região
central do bairro) e o Vila Sofia, composto por 808 lotes urbanos.
A chegada da ferrovia, o surgimento de fábricas e o conseqüente
comércio transformariam finalmente a Lapa em um bairro
urbano, com intensa vida social e econômica. Em 1912, a
Companhia City loteou, arborizou e arruou o Alto da Lapa. Dois
novos núcleos – Bela Aliança e Siciliano –
surgiriam da década de 20. Em 1930 foram loteadas mais
três áreas: Argentina, Ipojuca e Augusto. Nas décadas
de 40 e 50 surgem as Vilas Anglo-Americana e Hamburguesa e na
Lapa de Baixo, a Vila Chalot.
HISTÓRIA EM FOTOS
A exposição de fotos históricas da Lapa
está no Shopping Center Lapa

Neste mês de setembro o Shopping Center
Lapa, em parceria com APAA Associação Paulista dos
Amigos da Arte, Authos Pagano, estará realizando exposição
fotográfica com o tema “Lapa História e Memória”:
Fotos resgatando a origem e formação do bairro da
Lapa, presença dos imigrantes, surgimento do centro comercial
e o aparecimento das primeiras atividades culturais.
Este evento é comemorativo ao aniversário do bairro
(com extensa programação, de 1 a 14/10) é
uma extensão do projeto “Museu no bairro” da
Secretaria de Estado e da Cultura. A exposição é
gratuita, no horário de funcionamento do Shopping: de segunda
a sexta-feira, das 9h às 21h, aos sábados e domingos,
das 12h às 20h.
Informações:
www.shoppingcenterlapa.com.br. Telefone: 3675-2011.
Os imigrantes tornam-se lapeanos
Com o fim do trabalho escravo e o desenvolvimento econômico
provocado pela produção cafeeira, milhares de imigrantes
europeus desembarcam no Brasil, principalmente em São Paulo.
Na Lapa, as famílias tirolesas (norte da Itália)
chegam por volta de 1880, dedicando-se ao plantio de frutas e
verduras. Em seguida, a região acolherá outros italianos
(na maioria da região do Veneto), espanhóis, portugueses,
franceses, sírio-libaneses, que irão trabalhar em
fábricas, no comércio, como profissionais liberais
ou artesãos (sapateiros, alfaiates).
Para trabalhar na Vidraria Santa Marina, inaugurada em 1896, chegam
operários franceses e italianos. Com a instalação
das oficinas da Estrada de Ferro São Paulo Railway na região
em 1900, operários e técnicos ingleses passam a
residir definitivamente na Lapa. Em 1919, o Frigorífico
Armour trará húngaros, lituanos, poloneses e russos.
12 DE OUTUBRO
É OFICIALIZADO COMO O
“DIA DA LAPA’’
A
Câmara Municipal de São Paulo decretou em sessão
de 19 de março e a prefeita Luiza Erundina de Sousa promulgou
a Lei nº 11.173, em 7 de abril de 1992, instituindo, no Município
de São Paulo, o “Dia do Bairro da Lapa”, a
ser comemorado anualmente no dia 12 de outubro.
A matéria apresentada pelo Líder da Bancada do PTB,
vereador Almir Guimarães de Oliveira, teve origem no Projeto
de Lei nº 246, de 6 de outubro de 1987, por sugestão
do seu secretário parlamentar, pesquisador, historiador,
sociólogo, professor e jornalista Nelson Americo de Godoy,
que incluiu como documentos justificativos, o Suplemento Especial
do Jornal da Lapa, edição 1985, em comemoração
ao 240º aniversário do bairro e xerox das páginas
15 a 29 do Livro “Lapa” série: História
dos Bairros de São Paulo, volume 18, da Divisão
do Arquivo Histórico Municipal, de autoria do saudoso historiador
Wanderley dos Santos.
A Lei sancionada pela prefeita Luiza Erundina determina que durante
a semana da efeméride, os estabelecimentos de ensino da
área territorial do distrito da Lapa, bem como os Clubes
de Serviços, as Sociedades Amigos de Bairro, o Clube dos
Lojistas da Lapa, a Associação Comercial de São
Paulo-Distrital Lapa e outras entidades culturais e comunitárias
serão convidadas a participar das promoções
alusivas a relevância histórica e da divulgação
da data comemorativa, que integrará o calendário
oficial da cidade de São Paulo.
A
Lapa respirava sindicalismo
no início do Século 20
Trabalhadores
da Metalúrgica Albien nos anos 20 |
A
revista Época,
edição São Paulo 450 anos, publicada
nas comemorações do aniversário da cidade
(janeiro/2004) , trouxe importante texto com um resumo sobre a
história
do bairro da Lapa e sua vocação operária
inicial. Relata que, em setembro de 1909, os operários
da primeira indústria da Lapa, a Vidraçaria Santa
Marina, quase todos imigrantes politizados, organizavam uma greve
por melhores salários e condições de trabalho.
SINDICALISMO:
Dois anos antes, (1907), os ferroviários da São
Paulo Railway, a empresa inglesa que administrava a linha Santos-Jundiaí,
ameaçaram paralisar as oficinas, também no bairro,
por insalubridade. Nas ruas, nos bares e nas feiras, só
se fala em cruzar os braços. A Lapa do princípio
do século 20 respirava sindicalismo.
O BAIRRO: A vocação operária da Lapa
tem origem no fim do século 19, quando chegam as fábricas,
atraídas pela ferrovia inaugurada em 1867. Já em
1906, com a transferência das oficinas da São Paulo
Railway, o lugar começa a apresentar os elementos que o
definiriam como bairro urbano da cidade de São Paulo. As
pequenas propriedades rurais são loteadas, atraindo a crescente
massa de imigrantes. O comércio ainda é incipiente
e os meios de transporte deficientes, o que isola a localidade.
BONDES: Com a chegada dos bondes, que vinham do Centro até
a Rua Guaicurus, desenvolve-se o comércio na Lapa de Cima,
a parte alta do bairro. São dessa época as lembranças
do ex-condutor Abelias da Silva, de 90 anos. Pela janela
do bonde eu vi dezenas de vilas que se formavam, assisti à
construção da cidade, conta.
COMÉRCIO: Conforme a ferrovia avançava, o comércio
tomava impulso em ruas como a 12 de Outubro e arredores. Também
a parte baixa ganhou melhor infra-estrutura. Em 1915 estava pronta
a rede de esgoto. Surgem as primeiras escolas, a nova matriz,
os cinemas, a iluminação pública. Elo entre
os bairros da Zona Oeste, a Lapa torna-se essencial para a própria
cidade. O bairro cresce, mas conserva as tradições
operárias. Ainda é possível encontrar por
lá sapateiros, alfaiates e barbeiros, indiferentes ao ritmo
do chamado progresso.
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LOJA
MAÇÔNICA ESTRELA DA LAPA COMPLETA 100 ANOS
NELSON
AMERICO DE GODOY
Sociólogo, professor, jornalista
Mestre-maçom
Obreiro da
Loja Independência nº 119
Oriente de São Paulo – Glesp
E-mail:
nelsondegodoy@bol.com.br
Nelson
Americo de Godoy, recebendo a medalha comemorativa do Centenário,
entregue pelo irmão Alexandre Borges
|
Há
100 anos, em 1º de junho de 1902, 19 maçons, resolveram
fundar uma Loja Maçônica na Lapa, que no início
do século passado, era apenas um povoado. A implantação
das oficinas da Estrada de Ferro São Paulo Railway, foi
um dos fatores que influenciaram no crescimento do bairro.
Era o princípio da revolução industrial de
nosso Estado, e para a Lapa vieram trabalhadores de todas as cidades
vizinhas e também do exterior, como foi o caso do italiano
Miguel Franchini, homem culto, inteligente, que fugiu para o Brasil
para não seguir a carreira eclesiástica, como era
desejo de seus pais, vindo a se radicar na Lapa, onde constituiu
família e prestava serviços junto a SPR. Foi ele
o primeiro juiz de paz da Lapa, fundador e primeiro presidente
da Cooperativa de Consumo da Lapa e idealizador e fundador da
Estrela da Lapa, sob a égide do Grande Oriente do Brasil.
A Loja tinha o cadastro de nº 784.
Juntamente
com Miguel Franchini, foram fundadores da Loja Estrela da Lapa,
os seguintes obreiros: Salvador Marino, Caetano Barella, Paschoal
Dipietro, Nicolino Gelardi, Conrado Moreschi, Fernandes Casalino,
Paris Belluomini, Vito Carone, João Gualazzi, David Aptekman,
Carlos Hoehne Junior, Augusto Guaitoli, José Gozzi, Raul
Franco Martin, Francisco Kohler, Umberto Scallabrini, Sisto Ranzini
e Francisco D”Emilio.
A Loja Estrela da Lapa também teve seus dias de grandeza
e de dificuldades, abatendo colunas algumas vezes, mas reerguendo-as
logo em seguida.
Foi então que em 1920, mudou-se para o bairro, outro italiano,
para enriquecer as fileiras da Estrela da Lapa: Manoel Luiz Zuanella,
que havia sido fundador da Loja Estrela Caldense em Poços
de Caldas (1895) e veio estabelecer-se com a atividade de construção
civil.
Surgiu em 1927, o movimento liderado pelo past grão-mestre,
Mario Behring, com o objetivo de fundar uma Grande Loja, como
havia ocorrido no Rio de Janeiro e Bahia. A Estrela da Lapa aderiu
a iniciativa, sendo assim uma das Lojas fundadoras da Grande Loja
Maçônica do Estado de São Paulo.
Manoel Zuanella era um entusiasta. Foi venerável-mestre
várias vezes, trazendo para a maçonaria, seus 3
filhos: Ernesto, Dante e Armindo.
As reuniões eram realizadas precariamente em um salão
na Lapa de Baixo, de propriedade do irmão Fernandes Casalino,
ou no porão da residência do irmão Francisco
Corazza, na rua Clemente Álvares.
Novamente após estar adormecida desde 1946, alguns irmãos
com o ideal de reerguer as colunas da Estrela da Lapa, reuniram-se
inúmeras vezes no primeiro semestre de 1968, até
que afinal, no dia 28 de agosto daquele ano, fizeram a primeira
reunião liderada pelo obreiro Alexandre de Ávila
Borges Junior, na residência de Francisco Lopes Filho, na
rua Albion, nº 9, juntamente com Arnaldo Ferreira, José
Gomes da Silva, Isidoro J. Teixeira, Luiz Ferreira, General Santana,
José Rodrigues Teixeira, Oswaldo Crippa, Walter Darzan,
Antonio Mello e os irmãos Dante e Ernesto Zuanella, o que
foi uma alegria inusitada, concretizando o reerguimento, com a
Carta Provisória em 10 de outubro.
Com esse objetivo, começaram a procurar um imóvel
para alugar e montar o templo. Não foi difícil para
o irmão Francisco Lopes Filho conseguir o local, um prédio
da Associação de Socorros Mútuos, que estava
sendo desocupado por uma igreja evangélica e um sindicato
classista, na rua João Pereira, esquina com a rua Dronsfield.
No período de 5 de julho a 3 de dezembro de 1994, o prédio
foi demolido e construído um moderno templo no local, com
1090 metros quadrados. Sua antiga entrada pela rua João
Pereira, 107/115, após, ficou sendo pela rua Dronsfield,
298/300. No dia 1º de fevereiro de 1995, em solenidade fraternal,
o grão-mestre adjunto no exercício do Grão-Mestrado,
Hector Luiz Pandolfo, sagrou o novo templo, com 180 lugares.
A seguir, os veneráveis-mestres desde o reerguimento da
Augusta, Respeitável e Benemérita Loja Simbólica
Estrela da Lapa nº 7: Alexandre de Ávila Borges Junior
(1970/72), Francisco Lopes Filho (1972/73), Vidal Gomes da Costa
(1973/74), Íris Damásio (1974/75), Armando Ramos
(1975/76), Arnaldo Ferreira (1976/77), Ezio Alexandre Campioto
(1977/78), Luiz José Zuanella (1978/79), João Rodrigues
Bio Filho (1979/80), Décio Perin (1980/81), Antonio dos
Santos Lopes (1981/82), Pelegrino Giannoni Lopes (1982/83), João
Reinaldo (1983/84), Alcyr Ramos da Silva (1985/86), Luiz Ferreira
(1985/86), William Abrão Saad (1986/87), Walter Gameiro
(1987/88), Edimilson Oculate (1988/89), Célio Costa (1989/90),
Brasil Wey (1990/91), Francisco Reinaldo (1991/92), Ricardo Silva
(1992/93), João Mauricio Alves (1993/95), Antonio dos Santos
Lopes (1995/96), João Mauricio Alves (1996/98), Jorge Bitar
Filho (1998/99), Luiz Bertanha Filho (1999/2000), Irineu Siqueira
de Castro (2000/01) e João Mauricio Alves. (2001/03).
O presente histórico, da autoria do irmão Alexandre
de Avila Borges Junior, integrou a programação comemorativa
do centenário da Estrela da Lapa nº 7, realizada no
dia 1º de julho, com a presença do grão-mestre
da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo,
Pedro Luiz Ricardo Gagliardi, que presidiu a sessão magna
histórica, além de sua comitiva, obreiros visitantes
e cunhadas, que foram homenageados, com a medalha do centenário,
pelo venerável-mestre reeleito, João Mauricio Alves.
Um jantar de confraternização, reunindo 180 pessoas
presentes ao ato, marcou o encerramento das comemorações
daquela noite inesquecível.
NELSON
AMERICO DE GODOY
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MIGUEL
FRANCHINI
VENERÁVEL-MESTRE FUNDADOR
DA LOJA MAÇÔNICA
ESTRELA DA LAPA, nº 7
NELSON AMERICO DE GODOY
sociólogo, jornalista, professor
mestre maçom
obreiro da Loja Independência nº 119
 |
Miguel
Franchini nasceu como Vito Paolo Michele Franchini, conforme certidão
de batismo da Paróchia Maria Santíssima Assunta,
município de Turi, província de Bari, Itália,
em 15 de janeiro de 1868, 9º filho de Ângelo Vincenzo
Franchini (falecido na Itália) e sua 2ª mulher Antonia
Maria Lanzi (falecida em 7 de junho de 1911, com 81 anos, na Rua
Sete, atual Doze de Outubro, nº 48, Lapa). Foram seus irmãos
(de uma irmandade de 13): Celestina, Maria Tereza, Vincenzo I,
Vincenzo II, Giuseppe, Angela Maria, Simone Gaetano, Frederico
Michele, Angela Antonia, Vincenzo III, Vincenzo IV e Chiara Vincenza.
Fez os seus estudos no Ginásio e Liceu de Conversano, onde
se bacharelou em Ciências e Letras em 1886. Conseqüentemente
não pode receber a ordenação sacerdotal,
impedido pela lei do Vaticano, que só lhe seria ministrada,
quando completasse 21 anos de idade. Naquele mesmo ano foi nomeado
professor do Ginásio de São Marco Argentano (Calábria).
Não querendo seguir a carreira eclesiástica que
seus pais lhe destinavam, por ser anticlerical e de ideais liberais,
emigrou-se para o Brasil, chegando em 15 de novembro de 1889,
dia da Proclamação da República, do qual
lhe valeu essa coincidência, ser considerado brasileiro,
por força do Decreto-Lei assinado pelo nosso primeiro presidente,
marechal Deodoro da Fonseca.
Ao desembarcar em nossa terra, dirigiu-se a Serra Negra, interior
do Estado de São Paulo, para morar na residência
do casal de italianos, Raymundo Fiori e Maria Mossa, onde, pelas
circunstâncias, conheceu a filha deles, Paulina, nascida
no Ipiranga, Capital de São Paulo, em 24 de novembro de
1878, da qual enamorou, unindo-se a ela pelo matrimônio,
em 23 de dezembro de 1890.
Tiveram 10 filhos: Ângelo, Maria, Erasmo, Aristides, Silvio,
Zulmira, Laura, Atílio, Décio e Antonia.
Na mesma época, fundou em Amparo, juntamente com Horacio
de Siqueira, o Collégio Ítalo-Brazileiro, na Rua
Albino Alves, nº 9. O estabelecimento oferecia internato
e externato, com ensino primário, intermediário
e secundário, para filhos de italianos pobres, conforme
anúncio publicado em jornal da Cidade, datado de 30 de
dezembro de 1890. No dia 9 de junho do ano seguinte, encerrou
as atividades da filial em Serra Negra.
Ao mesmo tempo, exercia o cargo de secretário da La Societá
Italiana di Mutuo Socorro Giuseppe Garibaldi. Também foi
proprietário da firma Franchini & Gonevino, em Amparo,
conforme declaração datada em 21 de maio de 1892.
Em 5 de julho de 1892, faz veicular um anúncio, declarando
que naquela data vendia o Collégio Ítalo-Brazileiro
para o distinto médico operador pela Real Universidade
de Nápoles e tenente cirurgião de exército
italiano, Nicolao di Rago.
No final daquele ano, transferiu sua residência para São
Paulo, na Rua São Caetano, nº 81, instalando naquele
local, sua Pharmácia da Caridade. Ao mesmo tempo, ingressava
na São Paulo Railway Company.
Miguel Franchini foi iniciado na maçonaria em 1894, na
Respeitável Loja Giordano Bruno (fundada em 28 de julho
de 1893), dependente do Grande Oriente da Itália, desta
Capital, onde ocupou vários cargos de destaque, inclusive
o de venerável-mestre (1900). Foi também membro
da Loja Capitular Itália, exercendo o cargo de secretário.
As duas Oficinas funcionavam no Templo da Rua do Paredão
(atual Coronel Xavier de Toledo), nº 26.
Em 1900 passou a residir na Lapa, Rua Sete, atual Doze de Outubro,
nº 48. Na época os escritórios da SPR são
transferidos para o bairro e Miguel Franchini ocupava o cargo
de subchefe do escritório de tração. Na Companhia
inglesa, é obvio dizer a estima e o acatamento que lhe
dispensavam o pessoal superior e o respeito e admiração
que dedicavam todos os seus subalternos.
Em 1º de junho de 1902, Miguel Franchini, fundou, ao lado
de outros irmãos, a Loja Estrella da Lapa, dependente do
Grande Oriente do Brasil.
No dia 7 de setembro, procedeu-se a Regularização
da Oficina e a inauguração do seu Templo, tendo
a sua frente o prestimoso e incansável irmão Miguel
Franchini, grau 30, que assumiu como venerável-mestre interino.
A Comissão de Regularização composta de 3
membros com assento no Grande Oriente Estadual, principiou os
seus trabalhos às 7 horas. Após a festa, foi servido
um banquete na casa do maçom Vito Carone, conforme nota
publicada no Jornal Platea, dia 8 de setembro.
Na eleição do ano seguinte, realizada em 10 de junho
de 1903, foi reeleito para o cargo de venerável-mestre,
por indiscutível merecimento, exercendo-o com muita competência.
No dia 2 de fevereiro de 1908, foi um dos fundadores da Sociedade
Cooperativa e Beneficente Internacional da Lapa, que a partir
de setembro de 1944 passou a denominar-se Cooperativa de Consumo
da Lapa Ltda., sendo eleito seu primeiro presidente.
Gozando de grande consideração na Lapa, pelo seu
comportamento impecável, cavalheiro em todas as circunstâncias,
logo adquiriu a estima e admiração de todos.
Na primeira eleição municipal realizada na Lapa,
após sua criação como Distrito, em 29 de
janeiro de 1911, foi proclamado Juiz de Paz, ao obter 109 votos
e a 2ª colocação, sendo eleito novamente nas
eleições de 1914, 1915 e 1916.
Em 1º de fevereiro de 1916, ingressou na Caixa União
Internacional de Socorro Mutua da Lapa. No ano seguinte, integrou
e presidiu a Comissão Distrital dos Escoteiros da 18ª
Circunscrição da Capital, com sede em sua residência.
Durante a epidemia da gripe de 1918, conquistou junto ao então
prefeito Washington Luiz, a implantação do cemitério,
depois de haver transformado sua casa em hospital. Conseguiu ainda,
o calçamento das ruas Doze de Outubro e Antonio Raposo,
entre outras.
Após aposentar-se na São Paulo Railway Company,
foi nomeado oficial da Biblioteca do Estado, em 12 de maio de
1921.
Miguel Franchini muito colaborou pelo desenvolvimento da Lapa,
cuja vida maçônica e profana é digna de ser
apontada como exemplo.
Sua esposa, Paulina Fiori Franchini faleceu no dia 23 de junho
de 1946.
Miguel Franchini faleceu nesta Capital, aos 30 de março
de 1954, época em que residia na Rua Tibério, 311.
Seus restos mortais estão no Cemitério do Araçá,
quadra 13, sepultura 10.
UM FATO A LAMENTAR:
Seu nome foi denominação de logradouro na Capital
de São Paulo, através do Decreto nº 7090, de
21 de julho de 1967. Mas, a Rua Professor Miguel Franchini, código
CADLOG 13.916-5 fica excluída de oficialização
estabelecida pelo Decreto nº 40.455, de 16 de abril de 2001.
E-mail:
nelsondegodoy@bol.com.br / nelsondegodoy@ig.com.br
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LOJA
MAÇONICA
INDEPENDÊNCIA
COMPLETA 42 ANOS
NELSON
AMERICO DE GODOY
MESTRE-MAÇOM
laureado com a
Medalha Cinqüentenário da Revista A Verdade,
concedida pela Grande Loja Maçônica do Estado de
São Paulo,
em 11 de dezembro de 2003.
HISTÓRICO
DA INDEPENDÊNCIA
A Augusta e Respeitável Loja Simbólica ‘INDEPENDÊNCIA”,
fundada em 17 de novembro de 1962, sábado, sob os auspícios
da então Sereníssima Grande Loja do Estado de São
Paulo, obtendo o nº 119, por meio da Carta Constitutiva provisória,
datada de 19 de novembro, conforme Ato nº. 10, assinado pelo
sereníssimo grão-mestre Washington Pelucio, no Rito
Escocês Antigo e Aceito. O estandarte, com o compasso, espada
e ramo de acácia, foi criado pelo irmão Vittorio
Temponi. Participaram da Sessão de Instalação,
13 obreiros, oriundos da Loja Castro Alves, nº 86: venerável-mestre
interino, Aristides Lazaro Ferreira então venerável-mestre
daquela Oficina; 1º vigilante, Francisco Fernando da Silva
Campos; 2º vigilante, Paulo Pedro Cunha; orador, Vittorio
Girolamo Andréa Temponi; secretário, José
Raphael Antonio Pereira; tesoureiro, Antonio Emygdio da Silveira;
chanceler, Waldomiro Fontes; cobridor, José Macedo Galvão,
todos mestres maçons, e ainda para hospitaleiro, Vicente
Buono, companheiro; 1º diácono, Dorival Martins Pinheiro,
companheiro; 2º diácono, Gentil Bellomo, aprendiz;
mestre de cerimônias, Jayme de Camargos Leite, aprendiz
e 1º experto, Dirceu Leme Brisolla, aprendiz.
A primeira Sessão (aprendiz maçom) ocorreu no dia
22 de novembro de 1962, em seu Templo, na Rua São Joaquim,
138, com a presença dos seguintes irmãos: Aristides
Lazaro Ferreira (venerável-mestre), Waldomiro Fontes, Vittorio
Girolamo Andréa Temponi, Antonio Emydio da Silveira, Francisco
Fernando da Silva Campos, José Raphael Antonio Pereira,
José Macedo Galvão e Paulo Pedro Cunha, todos mestres-maçons;
Vicente Buono e Dorival Martins Pinheiro, companheiros-maçons
e Gentil Bellomo, Dirceu Leme Brisolla e Jayme de Camargos Leite,
aprendizes-maçons. Posteriormente a data de fundação,
foram considerados, também fundadores, os seguintes irmãos:
Adolfo Cunha e Silva, Albano Felipe Ferreira, Benedito Lang, Chequer
Nassif, Décio Piagentini, Francisco Salgado Junior, Geraldo
Elpidio de Oliveira, Jayme Ferreira, João Julio da Silva
Leal, Oliveiros Gabriel Dias, Paulo Nóbrega Fernandes e
Rodolfo Grandberg.
Participaram da primeira Sessão, na qualidade de irmãos
visitantes: Albano Felipe Ferreira, Geraldo Elpidio de Oliveira,
Christo Antonio Batat, Décio Piacentini, Oliveiros Gabriel
Dias, João Damasceno Beckler, Adolfo Cunha e Silva, além
de mais um, que não foi possível identificar o seu
nome no livro de presenças.
A segunda Sessão (companheiro maçom), realizou-se
no dia 29 de novembro de 1962, com a participação
dos seguintes obreiros: Aristides Lazaro Ferreira (venerável-mestre),
Vicente Buono, Antonio Emygdio da Silveira, Dorival Martins Pinheiro,
Vittório Girolamo Andréa Temponi, José Raphael
Antonio Pereira, Francisco Fernando da Silva Campos, Paulo Pedro
Cunha, Waldomiro Fontes, José Macedo Galvão, Francisco
Salgado Junior, Oliveiros Gabriel Dias e Jayme Ferreira. Prestigiaram
a Sessão, na qualidade de visitantes, os irmãos:
Chequer Nassif, Geraldo Elpidio de Oliveira e Albano Felipe Ferreira.
Naquele dia, foi publicado no Boletim nº. 172, o comunicado
da fundação de nossa Loja.
A terceira Sessão, de Elevação, (companheiro
maçom), realizada no dia 6 de dezembro de 1962, contou
com a presença dos seguintes irmãos: Aristides Lazaro
Ferreira (venerável-mestre), Waldomiro Fontes, Dorival
Martins Pinheiro, Vicente Buono, Antonio Emygdio da Silveira,
Francisco Fernando da Silva Campos, Vittorio Girolamo Andréa
Temponi, Paulo Pedro Cunha, José Raphael Antonio Pereira,
Dirceu Leme Brisolla, Jayme de Camargos Leite, Francisco Salgado
Junior, Oliveiros Gabriel Dias, Albano Felipe Ferreira, Chequer
Nassif, José Macedo Galvão, Gentil Bellomo e Geraldo
Elpidio de Oliveira. Na qualidade de irmãos visitantes,
participaram Rodolfo Grandberg e Benedito Lang. Naquela oportunidade,
foi proposto para sócio-fundador, o irmão João
Julio da Silva Leal, da Loja Prudente de Moraes nº 5. Ocorreu
também, a 1ª Sessão Magna de Elevação,
para os irmãos Gentil Bellomo e Jayme de Camargos Leite.
A 1ª Sessão Magna de Exaltação realizou-se
no dia 24 de janeiro de 1963, oportunidade em que os companheiros
maçons Vicente Buono e Dorival Martins Pinheiro receberam
aumento de salário.
Na Sessão de Companheiro Maçom, realizada dia 21
de março de 1963, o Sereníssimo Grão-Mestre
da Grande Loja do Estado de São Paulo, Washington Pelúcio
(gestão 1962/1968), visitou pela primeira vez, a Loja Independência,
para em seu nome e da Diretoria da Grande Loja, agradecer a todos
os obreiros pelo comparecimento incorporados, as conferências
realizadas pelo irmão Edgard Antunes de Alencar, Pást-Grão-Mestre
da Sereníssima Grande Loja do Estado da Guanabara. Disse
da satisfação de vir a Oficina fazer sua prestação
de contas dos trabalhos que tem desenvolvido na Grande Loja.
No dia 28 de março de 1963 ocorreu a 1ª Sessão
Magna de Iniciação, quando os profanos Áureo
Rodrigues Pereira de Mello e Iser Brisolla receberam a luz.
No dia 22 de junho de 1963, ocorreu uma Sessão Magna Branca,
com a presença novamente do Sereníssimo Grão-Mestre,
Washington Pelucio, e presidida pelo irmão 1º Vigilante,
Francisco Fernando da Silva Campos, venerável-mestre “ad-hoc”.
Na abertura dos trabalhos, o irmão orador esclareceu aos
presentes, que ainda não tiveram a oportunidade de assistir
a uma Sessão Festiva, ou seja, Branca, na Maçonaria,
que se tratam de reuniões, onde comparecem familiares e
amigos dos irmãos pertencentes à Ordem, por estes
convidados, nas quais procuramos mostrar uma das faces de nossa
Instituição milenar, cuja preocupação
e objetivos estão intimamente ligados à confraternização
e o bem-estar dos povos. Assim é, que hoje, diante deste
grupo de irmãos e de seleta assistência que muito
nos honra com as presenças, levamos a efeito esta festa.
Prosseguindo, destacou-se que “Ao nascer a Augusta e Respeitável
Loja Simbólica Independência nº. 119, grandes
foram as manifestações e jubilo e solidariedade
demonstrados por irmãos das co-irmãs jurisdicionadas
a Sereníssima Grande Loja do Estado de São Paulo,
que em exposição de autentica fraternidade maçônica,
empreenderam uma série de iniciativas que redundaram em
inestimável apoio para a consolidação da
então caçula Loja Independência nº. 119.
Na oportunidade, foram entregues diplomas aos irmãos considerados
também fundadores, pertencentes na época, a outras
Lojas: Adolfo Cunha e Silva (Loja Egipciana, nº. 108), Albano
Felipe Ferreira (Loja Cavaleiros de Malta, nº. 7, Oriente
de Cornélio Procópio, Paraná), Benedito Lang
(Loja Prudente de Moraes, nº. 5), Chequer Nassif (Loja Prudente
de Moraes, nº. 5), Décio Piagentini (Loja Perfeita
Amizade, nº. 37), Geraldo Elpidio de Oliveira (Loja Romã
do Progresso, nº. 34, Oriente de Buerarema, Bahia), João
Julio da Silva Leal (Loja Prudente de Moraes, nº. 5), Oliveiros
Gabriel Dias (Loja Justiça e Caridade, nº. 5, Oriente
de Monte Aprazível, São Paulo), Paulo Nóbrega
Fernandes (Loja Prudente de Moraes, nº. 5) e Rodolfo Grandberg
(Loja Prudente de Moraes, nº. 5).
A primeira Sessão Magna de Aniversário e Adoção
de Lowtons, foi realizada dia 16 de novembro de 1963, no Templo
Nobre da GLESP, Rua São Joaquim, 138, 3º andar, com
a presença do Sereníssimo Grão-Mestre, Washington
Pelúcio e do Past Grão-Mestre, Francisco Rorato
(1956/1962), os quais foram homenageados com o Diploma de Benemérito,
juntamente com os irmãos Jayme Janeiro Rodrigues (Loja
Flor de Lys, nº. 90), João Damasceno Beckler (Loja
João Ramalho, nº. 107, Oriente de Santo André,
São Paulo), Manoel Nóbrega Fernandes (Loja Cavaleiros
de São João, nº. 115), Walter Belda (Loja Bandeirantes,
nº. 103 e Walter Pinto (Loja Perfeita Amizade, nº. 37),
outorgados pela Loja Independência nº 119. Receberam
os seus Diplomas de fundadores, os irmãos; Antonio Emygdio
da Silveira, Aristides Lazaro Ferreira, Dirceu Leme Brisolla,
Dorival Martins Pinheiro, Francisco Fernando da Silva Campos,
Gentil Bellomo, Jayme de Camargos Leite, José Macedo Galvão,
José Raphael Antonio Pereira, Paulo Pedro Cunha, Vicente
Buono, Vittorio Girolano Andréa Temponi e Waldomiro Fontes.
Os meninos adotados como Lowtons foram: Vicente Buono Junior,
Vitor Temponi, Francisco Fernando da Silva Campos Filho, Marco
Antonio Geraldini, Walter Poletti Filho, Marcos Moraes e Lauro
Moraes.
Os estatutos da Loja Independência, nº. 119, foram
aprovados em 20 de junho de 1964.
Dia 16 de julho de 1964, realiza-se a Sessão Especial de
Eleição, para a administração no período
de 1964/1965, oportunidade em que foi eleita a Chapa Firmeza,
tendo como venerável-mestre, Aristides Lazaro Ferreira.
Conforme decreto nº. 95, da Grande Loja do Estado de São
Paulo, assinado em 30 de julho de 1964, e publicado no Boletim
nº. 192, ficou aprovado o Estatuto e concedida a Carta Constitutiva
Definitiva para a Augusta e Respeitável Loja Simbólica
Independência nº. 119.
No dia 6 de agosto de 1964 é realizada a Sessão
Magna de Regularização, oportunidade em que o Sereníssimo
Grão-Mestre Washington Pelucio (mandato 1962/68) entregou
a Carta Constitutiva definitiva e procedeu a regularização
e instalação da Loja INDEPENDÊNCIA nº
119, com a posse o primeiro venerável-mestre eleito, Aristides
Lazaro Ferreira. Integrava a Comissão de Instalação,
os irmãos Manoel Nóbrega Fernandes e Wilson de Melo
Perito. Na oportunidade, o irmão Chequer Nassif ofereceu
como presente a Loja, uma Espada Flamejante. Devemos destacar
que ele, no inicio de nossas atividades, havia fornecido a título
de empréstimo, os paramentos de sua Loja, a Prudente de
Moraes, nº. 5. E mais, apesar de integrar o quadro de obreiros
daquela Oficina, participou ativamente dos trabalhos da Loja Independência,
até a sua partida para o Oriente Eterno em 18 de novembro
de 1974, justificando o título de fundador de nossa Loja.
O reconhecimento da Ordem Maçônica foi lhe concedendo
a denominação de uma Loja no Oriente de São
Bernardo do Campo.
No dia 14 de novembro de 1964 foi realizada a Sessão Magna
do 2º Aniversário e Adoção de Lowtons,
com a presença do Sereníssimo Grão-Mestre
da GLESP, Washington Pelucio. Na oportunidade, o venerável-mestre
Aristides Lazaro Ferreira, recebeu o primeiro Diploma de Benemérito,
outorgado pela Loja INDEPENDÊNCIA, e o irmão Vicente
Buono agraciado com a medalha de prata, a que fez por merecer
pela sua assiduidade aos trabalhos da Loja.
Na Sessão Magna do 3º Aniversário e Adoção
de Lowtons, realizada em 20 de novembro de 1965, foram entregues
as medalhas outorgadas pela Loja INDEPENDÊNCIA: a de prata,
para o irmão Geraldo Elpidio de Oliveira, em virtude de
ter registrado freqüência integral durante 3 anos e
a de ouro, relativa a 5 anos de assiduidade ininterrupta aos trabalhos
maçônicos ao irmão Vittorio Girolamo André
Temponi. Na ocasião, receberam Medalhas Especiais, os irmãos
Antonio Emygdio da Silveira, José Macedo Galvão,
José Raphael Antonio Pereira e Paulo Pedro Cunha, como
os mais idosos.
No dia 19 de agosto de 1967 é realizada a primeira Sessão
Magna de Pompas Fúnebres, para reverenciar a memória
do saudoso irmão fundador José Raphael Antonio Pereira,
que havia falecido dia 5 de agosto. A segunda Sessão Magna
de Pompas Fúnebres ocorrida em 1º de junho de 1968,
foi para reverenciar o também irmão fundador Paulo
Pedro Cunha, de saudosa memória.
Em 25 de julho de 1970, é realizada a primeira e única
Sessão Magna de Reconhecimento Conjugal para o irmão
Ortiz Fraga e a cunhada Iaci Irene Ribeiro de Carvalho Fraga.
Também registramos o único Jantar Ritualístico,
ocorrido dia 5 de novembro de 1998.
Ao longo de seus 42 anos de existência, a Loja INDEPENDÊNCIA
nº 119 funcionou nos seguintes endereços: Desde a
fundação até agosto de 1974, na Rua São
Joaquim, 138, 5º andar; daquela data até fevereiro
de 1975, desempenhou suas atividades na Praça Haroldo Daltro,
236: durante alguns meses de 1975 a Loja funcionou na Rua Germaine
Burchard, 189, quando então mudou-se para a Rua Monteiros,
249, local em que permaneceu até 1977, de onde foi para
a Rua Santa Rita, 104, permanecendo neste endereço, somente
alguns meses de 1978, e retornando para a Rua Monteiros, 249.
Desde 1979 ocupa o Templo de propriedade da Augusta, Respeitável
e Benemérita Loja Simbólica Estrela da Lapa nº
7. No período de 5 de julho a 3 de dezembro de 1994 o prédio
antigo foi demolido e construído um novo no local, com
1090 metros quadrados. Sua antiga entrada era pela Rua João
Pereira, 107/115, após, a reforma, ficou sendo pela Rua
Dronsfield, 298/300. No dia 1º de fevereiro de 1995, em Solenidade
Fraternal, o Grão-Mestre Adjunto no exercício do
Grão-Mestrado, Hector Luiz Pandolfo (1994/95), sagrou o
novo Templo, contendo 180 lugares. Durante esse período,
a Loja INDEPENDÊNCIA funcionou no Templo da Rua São
Joaquim, 138.
No transcorrer dos 42 anos da Loja Independência nº.
119, cerca de 286 irmãos já pertenceram ao seu Quadro
de obreiros, dos quais, 27 permanecem ativos. Com tristeza e saudade,
registramos que 91 irmãos partiram para o Oriente Eterno.
Destacamos também, que pouco mais de 70 crianças
foram adotados como Lowtons.
GALERIA DOS VENERÁVEL-MESTRES
O primeiro venerável-mestre da Augusta e Respeitável
Loja Simbólica ÏNPEPENDÊNCIA nº 119, foi
Aristides Lazaro Ferreira, (1962/1965). Natural de Tambau, Estado
de São Paulo, nasceu em 3 de fevereiro de 1908, filho de
Emiliano Ferreira da Silva e Mariana Paulina dos Santos. Casou-se
com Leonidia Pretti Ferreira e teve os filhos: Agda Ferreira,
falecida em acidente e Laerte Ferreira. Foi tenente-coronel da
Polícia Militar do Estado de São Paulo. Na maçonaria,
foi iniciado em 4 de março de 1955, na Loja Castro Alves
nº 86. Elevado em 27 de janeiro de 1956 e exaltado em 21
de dezembro de 1956. Em sua Loja mãe, foi tesoureiro (1957/1959),
1º vigilante (1959/1960) e hospitaleiro (1960/1961). Entre
os inúmeros cargos exercidos na Ordem, foi também,
tesoureiro da Loja de Perfeição (1960/1961), mestre
de cerimônias do Venerável Colégio (1962/1965),
secretário do Pecúlio (1962/1965), preceptor de
Educação Moral e Cívica do Seminário
Maçônico (1963/1965), encarregado dos dossiês
dos irmãos e do controle do Pecúlio Maçônico
na Grande Loja e venerável-mestre fundador da Loja Independência,
na qual, exerceu o cargo durante 3 períodos. Faleceu na
Capital de São Paulo, em julho de 1981, e seus restos mortais
estão no Cemitério de Congonhas.
A seguir os demais venerável-mestres: Vittorio Girolamo
Andréa Temponi (1965/1966), Vicente Buono (1966/1967),
Weber Marciano Pimentel (1967/1968), Dorival Martins Pinheiro
(1968/1969), Herculano Agria de Ascenção Silveira
(1969/1970), João Furlan (1970/1971), Julio Tsuyoshi Okoda
(1971/1972), Miguel Romano Neto (1972/1974), Álvaro Abduchi
(1974/1975), Geraldo Fernandes Pereira (1975/1976), Waldomiro
Fontes (1976/1977), Walter Poletti (1977/1978), Reynaldo Cerqueira
Cunha (1978/1979), Aristides dos Santos (1979/1980), Ângelo
Poggi Neto (1980/1981), Benedito Aparecido de Oliveira (1981/1982),
Rodrigo Ferreira Capella Filho (1982/1983), José Roberto
Grilli (1983/1984), Antonio de Pádua Zamboni (1984/1985),
Laucir Alberto Vitulli (1985/1986), Antonio Cesar Occhiucci Bassetti
(1986/1987), Leopoldo Alba Escuredo (1987/1988), Aristides dos
Santos (1988/1989), João Leopoldo Rodrigues Nogueira (1989/1990),
Duílio Pereira Junior (1990/1991), Waldemar Tersi (1991/1992),
Antonio de Pádua Zamboni (1992/1993), Antonio Cesar Occhiucci
Bassetti (1993/1994), Leopoldo Alba Escuredo (1994/1995), Cláudio
Ciochetti (1995/1996), Reinaldo Bortoletto (1996/1997), Oswaldo
Junior Viviani (1997/1998), Frederico Gregio Filho (1998/1999),
Osvaldo Tognasoli (1999/2000), Bento Francisco Machado (2000/2002),
Wilson Carlos Bernardes de Carvalho (2002/2003), Elias Tanios
Haddad (2003/2004) e Bruno Clemente Domingos (2004/2005), que
a exemplo de todos os que passaram pela direção
da Loja Independência, dedica-se para manter a paz e a harmonia
entre os irmãos, correspondendo os objetivos daqueles que
há 42 anos, fundaram a nossa querida Oficina.
IRMÃOS QUE JÁ PERTENCERAM AO QUADRO DE OBREIROS
DA LOJA INDEPENDÊNCIA, DESDE A SUA FUNDAÇÃO
ATÉ MARÇO DE 2005: Abel Spadotto, Adalmilson de
Souza Duarte, Adelelmo Ponchirolli Netto, Adinael Carlos, Agostinho
Domingues, Airton Victor Nalio, Albano Felipe Ferreira, Álvaro
Abduchi, André Luiz Chiavone Gruber, Ângelo Poggi
Neto, Antonio Amorim, Antonio Andrade dos Santos, Antonio Armindo
Camillo, Antonio Arnaldo de Assumpção Penteado,
Antonio Branco, Antonio Carlos Castilho, Antonio Carlos de Oliveira,
Antonio Carlos Gomes Munhões, Antonio Carlos Peixoto da
Silva, Antonio Cesar Occhiucci Bassetti, Antonio de Carvalho,
Antonio de Pádua Aguiar, Antonio de Pádua Zamboni,
Antonio Domingos Rodrigues, Antonio Emygdio da Silveira, Antonio
Isidoro de Oliveira, Antonio Telles Pitta, Aparecido João
Esótico, Aristides Santos, Aristides Lazaro Ferreira, Arnaldo
Bilton, Artur da Silva Antunes, Augusto José Waack Sampaio,
Áureo Ferreira da Rocha, Áureo Rodrigues Pereira
de Mello, Benedicto Zeferino, Benedito Cabral de Medeiros Filho,
Bruno Macedo Busato, Carlos Alberto Peixoto da Silva, Carlos Carli
Neto, Carlos Fernando Lora Castro, Carlos José Salvino,
Casemiro Regis, Chequer Nassif, Christos Leônidas Kourkoulos,
Cleber Thomaz Viana, Constantin Nicolau Vassilas, David Chih Fu
Hsiung, Décio Venci, Delcio Crocce, Dino Koiti Fujiwara,
Dirceu Leme Brisolla, Domingos Antonio Sudano, Domingos Bersito,
Dorciliano de Oliveira Galvão, Dorival Martins Pinheiro,
Duílio Pereira Junior, Eduardo Alves dos Reis, Eduardo
Dantas de Oliveira, Elcio Abrahão, Eleutério Geraldini,
Elon Braga de Santana, Ernesto Augusto de Freitas Neto, Euclides
Joaquim da Silva, Euripedes Barsanulfo de Moraes, Eustazio Alves
Pereira, Ezequiel Sá Oliveira, Fernando do Nascimento Fernandes,
Fernando Maffei Dardis, Fernando Pereira de Araújo, Fernando
Ricardo Rodrigues, Filemon Gonçalves Campos, Francisco
de Paula Vieira Bueno, Francisco Fernando da Silva Campos, Francisco
Granado, Francisco Lucio Rodrigues, Francisco Luiz Sarsano de
Godoi, Francisco Ribeiro da Silva, Francisco Salgado Junior, Frederico
Gregio Filho, Gavril Nicolau Ipiadis, Gehol de Lima Rosa, Gentil
Bellomo, Georges Athanase Pantazopoulos, Geovaldo Leoni Atto Baptista,
Geraldo Elpidio de Oliveira, Geraldo Fernandes Pereira, Geraldo
Garcia Clemente, Geraldo Turcano, Geraldo Valentim Junior, Gilson
Tobias, Giovanni Vestri, Gustavo Camargo Von Uhlendorff, Herculano
Agria de Ascenção Silveira, Hernán Bayá
Tudela, Hilário Mentori Allegretti, Hitoshi Fujiwara, Honorato
José Begálli, Hygino Frachetti, Iassuto Miura, Iser
Brisolla, Israel Kurc, Jacob Toldo de Mell, Jaime Santiago Silva,
Jair Fernandes, Jayme de Camargos Leite, Jayme Ferreira, Jayme
Martins Guimarães, João Antonio Meduri, João
Batista de Souza, João Batista Pereira, João Batista
Viana, João Di Sessa, João Forsato, João
Furlan, João Henrique Scannapieco, João Julio da
Silva Leal, João Leopoldo Rodrigues Nogueira, João
Millani, João Tabacow, Joaquim Pedro de Oliveira, Jonatas
de Oliveira, Jorge Osvaldo Rojas Arancibia, José Alexandre
Arce Mejia, José Antonio Brayn, José Campedelli
Poli, José Carlos Olivieri, José Clementino do Nascimento,
José David Fernandes, José de Maio Filho, José
Felix dos Santos, José Fernandes Coelho Nunes, José
Guedes Campos, José Ladeia Guimarães Neto, José
Luiz Palma Bisson, José Macedo Galvão, José
Mario de Queiroz Bachiega, José Mello Campos, José
Monteiro de Camargo, José Raphael Antonio Pereira, José
Roberto Grilli, José Roberto Silvestre, José Ruiz
Talhari, José Vanderlei Cora Martins, José Vidal
Jeronymo Junior, Josué Antonio de Araújo, Julio
Tsuyoshi Okoda, Juscelino Rodrigues de Oliveira, Keizo Ogushi,
Laucir Alberto Vitulli, Lauro Barini, Lourival Melquiades de Oliveira,
Lucio Roberto Di Domenico, Luiz Alberto Machado Silva Pavão,
Luiz Carlos de Oliveira, Luiz Carlos Pereira de Araújo,
Luiz do Perpetuo Socorro Lago Alabí, Luiz Leonardo Annunciato,
Luiz Orlando, Luiz Stenio Correia Lima, Manoel Candido de Lima,
Manoel Cid Guerrero, Manoel Maldonado, Manuel Andrade Santana,
Manuel Antonio Rodrigues, Manuel de Oliveira Lima, Marcos Antonio
Gimenes Tejeda, Mario Sergio Bove, Mario Pereira da Silva, Melchiades
Trigueiro, Miguel José Fejer, Miguel Nicolau Saikale, Miguel
Romano Neto, Milton Cardoso de Área Leão, Milton
Gonçalves Caçador, Moacir Carlos Alves Costa, Monserrat
Luiz Castillo, Natalino Bonifácio, Nelson Eugenio, Nelson
Gabriel Dias, Nelson Gomes de Moraes, Nelson Montes da Silva,
Ney Ferreira dos Santos, Nicanor Cina Fernandes, Nicolai Sanches
Tortosa, Oliveiros Gabriel Dias, Ortiz Fraga, Oscar Hugo Tonini,
Osíris Pedro Cavalheiro Murano, Oswaldo Alves Nascimento
Ribeiro, Oswaldo Barbosa, Oswaldo Junior Viviani, Oswaldo Marques
Patrocínio, Oyama de Moraes, Paulino Mattiota, Paulo Bicudo,
Paulo Pedro Cunha, Paulo Scannapieco, Pedro de Alcântara
Komel, Pedro Souza de Faria, Rafael Pereira, Raimundo Ivo Sobrinho,
Ramon Fernandes Garcia, Raul de Jesus Alonso, Reinaldo Bortoletto,
Reynaldo Cerqueira Cunha, Ricardo Valentim Nassa, Rodolfo João
Nunes, Rodrigo Ferreira Cappela Filho, Rodrigo Martin Vera, Romualdo
Fumelli Monti, Romualdo Hatty, Ronaldo Brochetti, Rubens Alves,
Rubens Campos Netto, Rubens de Biasi, Rubens Sellera de Lima,
Ruy Arnaldo Ramos da Silva, Salvatore Lo Vecchio, Sergio Correa,
Sergio Ivan Baptista, Sidnei Uriel dos Santos, Silvio Moreira
Pinto, Simão Parra Medina, Stamatios Dimitrios Fyskatoris,
Sylvio Seixas, Tadeu Luiz Prandi Ramalho, Vicente Buono, Vilson
José da Silva, Vincenzo Campanella, Vittorio Girolamo Andréa
Temponi, Wagner Granelli, Wagner dos Santos Tersi, Waldemar Vieira
Junior, Waldemar Tersi, Waldomiro Fontes, Walfredo Rodrigues de
Aquino, Walter Luiz Antunes Ferreira, Walter Poletti, Walter Urbano,
Weber Marciano Pimentel, Wilhelmus Jacobus Verhagen, Wilson Gomes
dos Santos, Wilson Ignácio Pacheco, Wilson José
Rossini, Zacarias Vieira Peixoto, Zeferino Nonato da Silva e Zeferino
Ribola.
OUTRAS
ANOTAÇÕES
A seguir, as Lojas que foram criadas com a participação
de irmãos que desligaram-se da Loja Independência:
Voluntários da Pátria, 137; Lótus Branco,
85; 21 de Abril, 141; Renovação e Progresso, 143;
Chequer Nassif, 169; Esperança, 181; Equidade, 185; Amor
e Trabalho, 207; Os Templários, 232; Caridade e Amor, 235;
O Grito do Ipiranga, 240; Quinta Essência, Arca da Aliança,
262; Marcos Zavatta, 263 e Cavaleiros do Hermon, 335.
DENOMINAÇÕES
Destacamos que o irmão Marcos Antonio Ferreira Zavatta
foi iniciado na Loja Independência nº. 119, em 8 de
dezembro de 1973, integrando o seu quadro durante alguns anos.
O irmão Chequer Nassif, apesar de oficialmente pertencer
ao quadro de obreiros da Loja Prudente de Moraes, nº. 5,
participou assiduamente dos trabalhos de nossa Oficina, desde
a fundação, ate sua partida para o Oriente Eterno,
razão pela qual, foi merecedor do titulo de fundador.
CARGOS EXERCIDOS NA GLESP
Irmãos, que integrando o quadro de obreiros da Loja Independência,
nº. 119, ocuparam cargos na Grande Loja: Aristides Lazaro
Ferreira, João Furlan, Vicente Buono, Vittorio Girolano
Andréa Temponi, Rodrigo Ferreira Capela Filho, Ângelo
Poggi Neto e Waldemar Tersi.
O irmão Waldemar Tersi também foi presidente da
Loja de Perfeição Orpheu Paraventi Sobrinho e o
irmão Naur Soares de Araújo, presidiu a Loja de
Perfeição Doze de Outubro.
No Venerável-Colégio, ocuparam cargos, os irmãos
Aristides Lazaro Ferreira e Waldemar Tersi.
TITULOS DE MAÇOM EMÉRITO
Irmãos agraciados com o título de Maçom Emérito,
concedido pela Grande Loja Maçônica do Estado de
São Paulo: Aristides Santos, Benedito Aparecido de Oliveira,
Aristides dos Santos e Antonio de Pádua Zamboni.
QUADRO ATUAL DE OBREIROS
A Augusta e Respeitável Loja Simbólica “INDEPENDÊNCIA”
nº 119, reúne-se às quintas-feiras, às
20 horas, e integra a 7ª Região Maçônica
e o 7º Distrito Maçônico do GLESP, É
constituída atualmente dos seguintes obreiros maçons:
Aristides dos Santos, Benedito Aparecido de Oliveira, Bento Francisco
Machado, Bruno Clemente Domingos, Carlos Alberto Sciorilli, Carlos
Roberto Ferrarezi, Cláudio Ciochetti, Elias Tanios Haddad,
Fabiano Nunes Faria, Gilmar de Almeida, Hidalgo Vicente Santos,
Ivo Cerretti, José do Nascimento Geraldes, Leopoldo Alba
Escuredo, Marcos Trindade de Ávila, Moacyr Caniato, Naur
Soares de Araújo, Nelson Américo de Godoy, Ocimar
Hamilton Tonheiro, Osvaldo Tognasoli, Paschoal José Dall”Anese,
Ricardo da Silva, Roberto Carlos Álvares de Lima, Roberto
Braga Marques, Rogério Machado, Wilson Carlos Bernardes
de Carvalho e Wilson Roberto Silva Telles.
O presente trabalho de pesquisa, é da autoria do sociólogo,
jornalista e professor NELSON AMERICO DE GODOY, é fruto
dos livros de atas e outros documentos preciosos, constituindo-se
em subsidio de inestimável valor para a história
da Maçonaria.
E-mail: nelsondegodoy@bol.com.br
ou nelsondegodoy@ig.com.br
INSTALAÇÃO
E POSSE NA
LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA
Bruno
Clemente Domingos, 1º vigilante; Elias Tanios Haddad,
venerável-mestre e Nelson Americo de Godoy, 2º
vigilante |
A
Loja Independência nº 119, Oriente de São Paulo,
realizou no dia 26 de junho de 2003, a Sessão de Instalação
e Posse, oportu-nidade em que o Venerável-Mestre Wilson
Carlos Bernardes de Carvalho passou o 1º Malhete ao seu suces-sor
Elias Tanios Haddad, tendo como 1º Vigilante, Bruno Clemente
Domingos e 2º Vigilante, Nelson Americo de Godoy.
A Comissão Instaladora teve como presidente o irmão
Antonio de Pádua Zamboni e como 1º e 2º mestres
instaladores, os irmãos Leopoldo Alba Escuredo e Aristides
dos Santos, respectivamente.
A solenidade contou com a presença do Delegado da 7ª
Região, irmão Roberto Alonso que, no ato representou
o Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado
de São Paulo, irmão Pedro Gagliardi. Presente também
o Past Grão-Mestre Adjunto, José Renato dos Santos,
além de irmãos das Lojas: Mario Behring; União
e Solidariedade; Estrela da Lapa; Paragem de Ouro Fino; Adolpho
Markenzon; Fides, Honor, Labor; Edgard Armond; Renovação
e Progresso; Umuarama; Delta do Limão; Quilombo dos Palmares;
Cavaleiros da Paz e Apostolo do Humanismo.
A Loja Independência nº 119, que completou 40 anos
em 17 de novembro do ano passado, conta com 28 obreiros em seu
quadro, e trabalha às 5ª feiras, na Rua Dronsfield,
298, Lapa.
LOJA
MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA
COMPLETA 41 ANOS
COM ADOÇÃO DE LOWTONS
Um
fato marcante na memorável sessão magna comemorativa
do 41º aniversário da Augusta e Respeitável
Loja Maçônica Independência nº 119, sob
a jurisdição da Grande Loja Maçônica
do Estado de São Paulo, realizada dia 29 de novembro de
2003, foi à cerimônia de adoção de
6 lowtons.
O evento conduzido pelo venerável-mestre, Elias Tanios
Haddad, ocorreu em seu templo, na Rua Dronsfield, 298, Lapa, e
reuniu grande número de obreiros, autoridades maçônicas,
cunhadas, sobrinhos, familiares e convidados, entre os quais,
destacamos: delegado do 7º Distrito, Jesus Nazareno Loureiro;
delegado do 23º Distrito, Canio Muotri Neto; presidente da
Comissão de Lowtons da Glesp, Durval Maluf e o Past Grão-Mestre
Adjunto da Glesp, José Renato dos Santos.
Foram recebidos como lowtons, os jovens Lucas dos Santos Zamboni,
neto do irmão Antonio de Pádua Zamboni; Arthur Guilherme
Machado, filho do irmão Bento Francisco Machado; Fernando
Moreira de Almeida e Renata Moreira de Almeida, filhos do irmão
Gilmar de Almeida; Rafael Hirsh de Ávila e Tabata Hirsh
de Ávila, filhos do irmão Marcos Trindade de Ávila.
Prosseguindo, os adotados receberam respectivamente, diploma,
medalha e cartão de identificação, alusivos
à cerimônia, devidamente registrados, que foram entregues
pelos seus padrinhos e autoridades maçônicas.
A Loja Independência nº 119, é constituída
de 27 obreiros, que se reúnem às quintas-feiras:
Antonio de Pádua Zamboni, Aristides dos Santos, Benedito
Aparecido de Oliveira, Bento Francisco Machado, Bruno Clemente
Domingos, Carlos Roberto Ferrarezi, Cláudio Ciochetti,
Elias Tanios Haddad, Fabiano Nunes Faria, Gilmar de Almeida, Hidalgo
Vicente Santos, Ivo Cerretti, José do Nascimento Geraldes,
Leopoldo Alba Escuredo, Marcos Trindade de Ávila, Naur
Soares de Araújo, Nelson Americo de Godoy, Osvaldo Tognasoli,
Ocimar Hamilton Tonheiro, Paschoal José Dall”Anese,
Ricardo da Silva, Roberto Braga Marques, Roberto Carlos Álvares
de Lima, Rogério Machado, Wagner Granelli, Wilson Carlos
Bernardes de Carvalho e Wilson Roberto Silva Telles.
O encerramento da comemoração foi seguido de jantar
de confraternização oferecido a todos os presentes.
ANTONIO
DE PADUA ZAMBONI
RECEBE TITULO DE MAÇOM EMÉRITO NO ANIVERSÁRIO
DA
LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA
No
sábado, 24 de novembro de 2001, o Templo da Loja Maçônica
Independência nº 119, ficou totalmente pequeno para
receber o grande número de irmãos, cunhadas, sobrinhos,
familiares e convidados, que foram participar da Sessão
Magna em comemoração ao 39º aniversário,
dirigida pelo venerável-mestre Bento Francisco Machado.
Durante a cerimônia, a consultora corporal e professora
Cristina Cairo, autora do livro Linguagem do Corpo falou das principais
enfermidades e distúrbios que podem estar ocorrendo com
o ser humano. O significado psicológico de cada parte do
corpo e de cada desequilíbrio.
Na palestra, a escritora explicou como ocorrem os acidentes, as
doenças e como fazer para neutralizar este processo, dando
dicas para uma boa saúde e uma vida bem melhor. Colocou
que o trabalho visa o equilíbrio físico, emocional
e mental, através da mudança comportamental. O tema
despertou grande interesse.
ZAMBONI
RECEBE
TÍTULO DE MAÇOM EMÉRITO
Na oportunidade, o irmão Antonio de Pádua Zamboni
recebeu o diploma e medalha correspondente ao Título de
Maçom Emérito, concedido pela Grande Loja Maçônica
do Estado de São Paulo, através do Decreto nº
8, de 25 de setembro de 2001, em virtude de ter completado 25
anos de atividades maçônicas ininterruptas.
Ingressou na Ordem, na própria Loja Independência,
no dia 15 de maio de 1976, elevado em 27 de maio de 1977 e exaltado
em 16 de março de 1978. Com altíssima freqüência,
exerceu todos os cargos, tendo sido seu venerável-mestre
em duas gestões (1984/1985) e (1992/1993).
Dedicado à causa maçônica, e respeitado por
sua atuação em prol dos princípios da Ordem,
o irmão Zamboni, que foi investido no Grau 33 em 1999,
destaca-se pela sua liderança, entusiasmo e inteligência.
OBREIROS
DA LOJA
A seguir, os obreiros que integram a Augusta e Respeitável
Loja Simbólica Independência nº 119: Antonio
de Pádua Zamboni, Aristides dos Santos, Benedito Aparecido
de Oliveira, Bento Francisco Machado, Bruno Clemente Domingos,
Carlos Roberto Ferrarezi, Cláudio Ciochetti, Elias Tanios
Haddad, Fabiano Nunes Faria, Geraldo Valentim Junior, Hidalgo
Vicente Santos, Ivo Cerretti, João Leopoldo Rodrigues Nogueira,
José do Nascimento Geraldes, Leopoldo Alba Escuredo, Naur
Soares de Araújo, Nelson Américo de Godoy, Ocimar
Hamilton Tonheiro, Osvaldo Tognasoli, Oswaldo Junior Viviani,
Reinaldo Bortoletto, Roberto Braga Marques, Wagner Granelli, Waldemar
Tersi, Wilson Carlos Bernardes de Carvalho e Wilson Roberto Silva
Telles.
NELSON
AMERICO DE GODOY
sociólogo, jornalista, professor
mestre maçom
obreiro da Loja Independência nº 119
E-mail:
nelsondegodoy@bol.com.br / nelsondegodoy@ig.com.br
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