Próxima atualização: 07/12
Edição 774
 Bairros
 Freguesia do Ó
 Pirituba
 Lapa
 Zona Norte
 Cachoeirinha
 Bairro do Limão

 Notícias
 Capa
 Acontece
 Colunista
 Comércio
 Cultura
 Esotérico
 Educação
 Política
 Roda & Motor
 Saúde
 Variedades

 Canais
 Classigrátis
 Edições
 Guia News
 MP3
 Imóveis
 Fale Conosco

Calendário 2005


Clique aqui

LAPA 415 ANOS
O crescimento urbano da Lapa

Um pequeno núcleo populacional caracterizou a região da Lapa nas últimas décadas do século 19, formado por trabalhadores das olarias e por agricultores das propriedades rurais. A região servia mais como local de passagem de viajantes e tropas que se dirigiam ao interior através do chamado Caminho para Jundiaí.
Antes da chegada do século 20, a região da Lapa passará por mudanças significativas. Sítios e fazendas são transformados por seus proprietários em grandes loteamentos. Em 1888, é lançado o loteamento da Vila Romana, com lotes agrícolas; em 1891, surge o Grão Burgo da Lapa (que compreendeu a Lapa de Baixo e a região central do bairro) e o Vila Sofia, composto por 808 lotes urbanos.
A chegada da ferrovia, o surgimento de fábricas e o conseqüente comércio transformariam finalmente a Lapa em um bairro urbano, com intensa vida social e econômica. Em 1912, a Companhia City loteou, arborizou e arruou o Alto da Lapa. Dois novos núcleos – Bela Aliança e Siciliano – surgiriam da década de 20. Em 1930 foram loteadas mais três áreas: Argentina, Ipojuca e Augusto. Nas décadas de 40 e 50 surgem as Vilas Anglo-Americana e Hamburguesa e na Lapa de Baixo, a Vila Chalot.


HISTÓRIA EM FOTOS

A exposição de fotos históricas da Lapa
está no Shopping Center Lapa




Neste mês de setembro o Shopping Center Lapa, em parceria com APAA Associação Paulista dos Amigos da Arte, Authos Pagano, estará realizando exposição fotográfica com o tema “Lapa História e Memória”: Fotos resgatando a origem e formação do bairro da Lapa, presença dos imigrantes, surgimento do centro comercial e o aparecimento das primeiras atividades culturais.
Este evento é comemorativo ao aniversário do bairro (com extensa programação, de 1 a 14/10) é uma extensão do projeto “Museu no bairro” da Secretaria de Estado e da Cultura. A exposição é gratuita, no horário de funcionamento do Shopping: de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h, aos sábados e domingos, das 12h às 20h.
Informações: www.shoppingcenterlapa.com.br. Telefone: 3675-2011.

Os imigrantes tornam-se lapeanos

Com o fim do trabalho escravo e o desenvolvimento econômico provocado pela produção cafeeira, milhares de imigrantes europeus desembarcam no Brasil, principalmente em São Paulo. Na Lapa, as famílias tirolesas (norte da Itália) chegam por volta de 1880, dedicando-se ao plantio de frutas e verduras. Em seguida, a região acolherá outros italianos (na maioria da região do Veneto), espanhóis, portugueses, franceses, sírio-libaneses, que irão trabalhar em fábricas, no comércio, como profissionais liberais ou artesãos (sapateiros, alfaiates).
Para trabalhar na Vidraria Santa Marina, inaugurada em 1896, chegam operários franceses e italianos. Com a instalação das oficinas da Estrada de Ferro São Paulo Railway na região em 1900, operários e técnicos ingleses passam a residir definitivamente na Lapa. Em 1919, o Frigorífico Armour trará húngaros, lituanos, poloneses e russos.


12 DE OUTUBRO
É OFICIALIZADO COMO O
“DIA DA LAPA’’

A Câmara Municipal de São Paulo decretou em sessão de 19 de março e a prefeita Luiza Erundina de Sousa promulgou a Lei nº 11.173, em 7 de abril de 1992, instituindo, no Município de São Paulo, o “Dia do Bairro da Lapa”, a ser comemorado anualmente no dia 12 de outubro.
A matéria apresentada pelo Líder da Bancada do PTB, vereador Almir Guimarães de Oliveira, teve origem no Projeto de Lei nº 246, de 6 de outubro de 1987, por sugestão do seu secretário parlamentar, pesquisador, historiador, sociólogo, professor e jornalista Nelson Americo de Godoy, que incluiu como documentos justificativos, o Suplemento Especial do Jornal da Lapa, edição 1985, em comemoração ao 240º aniversário do bairro e xerox das páginas 15 a 29 do Livro “Lapa” série: História dos Bairros de São Paulo, volume 18, da Divisão do Arquivo Histórico Municipal, de autoria do saudoso historiador Wanderley dos Santos.
A Lei sancionada pela prefeita Luiza Erundina determina que durante a semana da efeméride, os estabelecimentos de ensino da área territorial do distrito da Lapa, bem como os Clubes de Serviços, as Sociedades Amigos de Bairro, o Clube dos Lojistas da Lapa, a Associação Comercial de São Paulo-Distrital Lapa e outras entidades culturais e comunitárias serão convidadas a participar das promoções alusivas a relevância histórica e da divulgação da data comemorativa, que integrará o calendário oficial da cidade de São Paulo.


A Lapa respirava sindicalismo
no início do Século 20


Trabalhadores da Metalúrgica Albien nos anos 20

A revista Época,
edição “São Paulo 450 anos”, publicada nas comemorações do aniversário da cidade (janeiro/2004) , trouxe importante texto com um resumo sobre a história
do bairro da Lapa e sua vocação operária inicial. Relata que, em setembro de 1909, os operários da primeira indústria da Lapa, a Vidraçaria Santa Marina, quase todos imigrantes politizados, organizavam uma greve por melhores salários e condições de trabalho.

SINDICALISMO: Dois anos antes, (1907), os ferroviários da São Paulo Railway, a empresa inglesa que administrava a linha Santos-Jundiaí, ameaçaram paralisar as oficinas, também no bairro, por insalubridade. Nas ruas, nos bares e nas feiras, só se fala em “cruzar os braços”. A Lapa do princípio do século 20 respirava sindicalismo.

O BAIRRO: A vocação operária da Lapa tem origem no fim do século 19, quando chegam as fábricas, atraídas pela ferrovia inaugurada em 1867. Já em 1906, com a transferência das oficinas da São Paulo Railway, o lugar começa a apresentar os elementos que o definiriam como bairro urbano da cidade de São Paulo. As pequenas propriedades rurais são loteadas, atraindo a crescente massa de imigrantes. O comércio ainda é incipiente e os meios de transporte deficientes, o que isola a localidade.

BONDES:
Com a chegada dos bondes, que vinham do Centro até a Rua Guaicurus, desenvolve-se o comércio na Lapa de Cima, a parte alta do bairro. São dessa época as lembranças do ex-condutor Abelias da Silva, de 90 anos. “Pela janela do bonde eu vi dezenas de vilas que se formavam, assisti à construção da cidade”, conta.

COMÉRCIO:
Conforme a ferrovia avançava, o comércio tomava impulso em ruas como a 12 de Outubro e arredores. Também a parte baixa ganhou melhor infra-estrutura. Em 1915 estava pronta a rede de esgoto. Surgem as primeiras escolas, a nova matriz, os cinemas, a iluminação pública. Elo entre os bairros da Zona Oeste, a Lapa torna-se essencial para a própria cidade. O bairro cresce, mas conserva as tradições operárias. Ainda é possível encontrar por lá sapateiros, alfaiates e barbeiros, indiferentes ao ritmo do chamado progresso.

_______________________________________________________

LOJA MAÇÔNICA ESTRELA DA LAPA COMPLETA 100 ANOS

NELSON AMERICO DE GODOY
Sociólogo, professor, jornalista
Mestre-maçom
Obreiro da
Loja Independência nº 119
Oriente de São Paulo – Glesp

E-mail: nelsondegodoy@bol.com.br


Nelson Americo de Godoy, recebendo a medalha comemorativa do Centenário, entregue pelo irmão Alexandre Borges

Há 100 anos, em 1º de junho de 1902, 19 maçons, resolveram fundar uma Loja Maçônica na Lapa, que no início do século passado, era apenas um povoado. A implantação das oficinas da Estrada de Ferro São Paulo Railway, foi um dos fatores que influenciaram no crescimento do bairro.
Era o princípio da revolução industrial de nosso Estado, e para a Lapa vieram trabalhadores de todas as cidades vizinhas e também do exterior, como foi o caso do italiano Miguel Franchini, homem culto, inteligente, que fugiu para o Brasil para não seguir a carreira eclesiástica, como era desejo de seus pais, vindo a se radicar na Lapa, onde constituiu família e prestava serviços junto a SPR. Foi ele o primeiro juiz de paz da Lapa, fundador e primeiro presidente da Cooperativa de Consumo da Lapa e idealizador e fundador da Estrela da Lapa, sob a égide do Grande Oriente do Brasil. A Loja tinha o cadastro de nº 784.

Juntamente com Miguel Franchini, foram fundadores da Loja Estrela da Lapa, os seguintes obreiros: Salvador Marino, Caetano Barella, Paschoal Dipietro, Nicolino Gelardi, Conrado Moreschi, Fernandes Casalino, Paris Belluomini, Vito Carone, João Gualazzi, David Aptekman, Carlos Hoehne Junior, Augusto Guaitoli, José Gozzi, Raul Franco Martin, Francisco Kohler, Umberto Scallabrini, Sisto Ranzini e Francisco D”Emilio.
A Loja Estrela da Lapa também teve seus dias de grandeza e de dificuldades, abatendo colunas algumas vezes, mas reerguendo-as logo em seguida.
Foi então que em 1920, mudou-se para o bairro, outro italiano, para enriquecer as fileiras da Estrela da Lapa: Manoel Luiz Zuanella, que havia sido fundador da Loja Estrela Caldense em Poços de Caldas (1895) e veio estabelecer-se com a atividade de construção civil.
Surgiu em 1927, o movimento liderado pelo past grão-mestre, Mario Behring, com o objetivo de fundar uma Grande Loja, como havia ocorrido no Rio de Janeiro e Bahia. A Estrela da Lapa aderiu a iniciativa, sendo assim uma das Lojas fundadoras da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo.

Manoel Zuanella era um entusiasta. Foi venerável-mestre várias vezes, trazendo para a maçonaria, seus 3 filhos: Ernesto, Dante e Armindo.
As reuniões eram realizadas precariamente em um salão na Lapa de Baixo, de propriedade do irmão Fernandes Casalino, ou no porão da residência do irmão Francisco Corazza, na rua Clemente Álvares.
Novamente após estar adormecida desde 1946, alguns irmãos com o ideal de reerguer as colunas da Estrela da Lapa, reuniram-se inúmeras vezes no primeiro semestre de 1968, até que afinal, no dia 28 de agosto daquele ano, fizeram a primeira reunião liderada pelo obreiro Alexandre de Ávila Borges Junior, na residência de Francisco Lopes Filho, na rua Albion, nº 9, juntamente com Arnaldo Ferreira, José Gomes da Silva, Isidoro J. Teixeira, Luiz Ferreira, General Santana, José Rodrigues Teixeira, Oswaldo Crippa, Walter Darzan, Antonio Mello e os irmãos Dante e Ernesto Zuanella, o que foi uma alegria inusitada, concretizando o reerguimento, com a Carta Provisória em 10 de outubro.
Com esse objetivo, começaram a procurar um imóvel para alugar e montar o templo. Não foi difícil para o irmão Francisco Lopes Filho conseguir o local, um prédio da Associação de Socorros Mútuos, que estava sendo desocupado por uma igreja evangélica e um sindicato classista, na rua João Pereira, esquina com a rua Dronsfield.
No período de 5 de julho a 3 de dezembro de 1994, o prédio foi demolido e construído um moderno templo no local, com 1090 metros quadrados. Sua antiga entrada pela rua João Pereira, 107/115, após, ficou sendo pela rua Dronsfield, 298/300. No dia 1º de fevereiro de 1995, em solenidade fraternal, o grão-mestre adjunto no exercício do Grão-Mestrado, Hector Luiz Pandolfo, sagrou o novo templo, com 180 lugares.
A seguir, os veneráveis-mestres desde o reerguimento da Augusta, Respeitável e Benemérita Loja Simbólica Estrela da Lapa nº 7: Alexandre de Ávila Borges Junior (1970/72), Francisco Lopes Filho (1972/73), Vidal Gomes da Costa (1973/74), Íris Damásio (1974/75), Armando Ramos (1975/76), Arnaldo Ferreira (1976/77), Ezio Alexandre Campioto (1977/78), Luiz José Zuanella (1978/79), João Rodrigues Bio Filho (1979/80), Décio Perin (1980/81), Antonio dos Santos Lopes (1981/82), Pelegrino Giannoni Lopes (1982/83), João Reinaldo (1983/84), Alcyr Ramos da Silva (1985/86), Luiz Ferreira (1985/86), William Abrão Saad (1986/87), Walter Gameiro (1987/88), Edimilson Oculate (1988/89), Célio Costa (1989/90), Brasil Wey (1990/91), Francisco Reinaldo (1991/92), Ricardo Silva (1992/93), João Mauricio Alves (1993/95), Antonio dos Santos Lopes (1995/96), João Mauricio Alves (1996/98), Jorge Bitar Filho (1998/99), Luiz Bertanha Filho (1999/2000), Irineu Siqueira de Castro (2000/01) e João Mauricio Alves. (2001/03).
O presente histórico, da autoria do irmão Alexandre de Avila Borges Junior, integrou a programação comemorativa do centenário da Estrela da Lapa nº 7, realizada no dia 1º de julho, com a presença do grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, Pedro Luiz Ricardo Gagliardi, que presidiu a sessão magna histórica, além de sua comitiva, obreiros visitantes e cunhadas, que foram homenageados, com a medalha do centenário, pelo venerável-mestre reeleito, João Mauricio Alves. Um jantar de confraternização, reunindo 180 pessoas presentes ao ato, marcou o encerramento das comemorações daquela noite inesquecível.


NELSON AMERICO DE GODOY

_______________________________________________________

MIGUEL FRANCHINI
VENERÁVEL-MESTRE FUNDADOR
DA LOJA
MAÇÔNICA
ESTRELA DA LAPA, nº 7


NELSON AMERICO DE GODOY
sociólogo, jornalista, professor
mestre maçom
obreiro da Loja Independência nº 119

Miguel Franchini nasceu como Vito Paolo Michele Franchini, conforme certidão de batismo da Paróchia Maria Santíssima Assunta, município de Turi, província de Bari, Itália, em 15 de janeiro de 1868, 9º filho de Ângelo Vincenzo Franchini (falecido na Itália) e sua 2ª mulher Antonia Maria Lanzi (falecida em 7 de junho de 1911, com 81 anos, na Rua Sete, atual Doze de Outubro, nº 48, Lapa). Foram seus irmãos (de uma irmandade de 13): Celestina, Maria Tereza, Vincenzo I, Vincenzo II, Giuseppe, Angela Maria, Simone Gaetano, Frederico Michele, Angela Antonia, Vincenzo III, Vincenzo IV e Chiara Vincenza.
Fez os seus estudos no Ginásio e Liceu de Conversano, onde se bacharelou em Ciências e Letras em 1886. Conseqüentemente não pode receber a ordenação sacerdotal, impedido pela lei do Vaticano, que só lhe seria ministrada, quando completasse 21 anos de idade. Naquele mesmo ano foi nomeado professor do Ginásio de São Marco Argentano (Calábria).
Não querendo seguir a carreira eclesiástica que seus pais lhe destinavam, por ser anticlerical e de ideais liberais, emigrou-se para o Brasil, chegando em 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República, do qual lhe valeu essa coincidência, ser considerado brasileiro, por força do Decreto-Lei assinado pelo nosso primeiro presidente, marechal Deodoro da Fonseca.
Ao desembarcar em nossa terra, dirigiu-se a Serra Negra, interior do Estado de São Paulo, para morar na residência do casal de italianos, Raymundo Fiori e Maria Mossa, onde, pelas circunstâncias, conheceu a filha deles, Paulina, nascida no Ipiranga, Capital de São Paulo, em 24 de novembro de 1878, da qual enamorou, unindo-se a ela pelo matrimônio, em 23 de dezembro de 1890.
Tiveram 10 filhos: Ângelo, Maria, Erasmo, Aristides, Silvio, Zulmira, Laura, Atílio, Décio e Antonia.
Na mesma época, fundou em Amparo, juntamente com Horacio de Siqueira, o Collégio Ítalo-Brazileiro, na Rua Albino Alves, nº 9. O estabelecimento oferecia internato e externato, com ensino primário, intermediário e secundário, para filhos de italianos pobres, conforme anúncio publicado em jornal da Cidade, datado de 30 de dezembro de 1890. No dia 9 de junho do ano seguinte, encerrou as atividades da filial em Serra Negra.
Ao mesmo tempo, exercia o cargo de secretário da La Societá Italiana di Mutuo Socorro Giuseppe Garibaldi. Também foi proprietário da firma Franchini & Gonevino, em Amparo, conforme declaração datada em 21 de maio de 1892.
Em 5 de julho de 1892, faz veicular um anúncio, declarando que naquela data vendia o Collégio Ítalo-Brazileiro para o distinto médico operador pela Real Universidade de Nápoles e tenente cirurgião de exército italiano, Nicolao di Rago.
No final daquele ano, transferiu sua residência para São Paulo, na Rua São Caetano, nº 81, instalando naquele local, sua Pharmácia da Caridade. Ao mesmo tempo, ingressava na São Paulo Railway Company.
Miguel Franchini foi iniciado na maçonaria em 1894, na Respeitável Loja Giordano Bruno (fundada em 28 de julho de 1893), dependente do Grande Oriente da Itália, desta Capital, onde ocupou vários cargos de destaque, inclusive o de venerável-mestre (1900). Foi também membro da Loja Capitular Itália, exercendo o cargo de secretário. As duas Oficinas funcionavam no Templo da Rua do Paredão (atual Coronel Xavier de Toledo), nº 26.
Em 1900 passou a residir na Lapa, Rua Sete, atual Doze de Outubro, nº 48. Na época os escritórios da SPR são transferidos para o bairro e Miguel Franchini ocupava o cargo de subchefe do escritório de tração. Na Companhia inglesa, é obvio dizer a estima e o acatamento que lhe dispensavam o pessoal superior e o respeito e admiração que dedicavam todos os seus subalternos.
Em 1º de junho de 1902, Miguel Franchini, fundou, ao lado de outros irmãos, a Loja Estrella da Lapa, dependente do Grande Oriente do Brasil.
No dia 7 de setembro, procedeu-se a Regularização da Oficina e a inauguração do seu Templo, tendo a sua frente o prestimoso e incansável irmão Miguel Franchini, grau 30, que assumiu como venerável-mestre interino.
A Comissão de Regularização composta de 3 membros com assento no Grande Oriente Estadual, principiou os seus trabalhos às 7 horas. Após a festa, foi servido um banquete na casa do maçom Vito Carone, conforme nota publicada no Jornal Platea, dia 8 de setembro.
Na eleição do ano seguinte, realizada em 10 de junho de 1903, foi reeleito para o cargo de venerável-mestre, por indiscutível merecimento, exercendo-o com muita competência.
No dia 2 de fevereiro de 1908, foi um dos fundadores da Sociedade Cooperativa e Beneficente Internacional da Lapa, que a partir de setembro de 1944 passou a denominar-se Cooperativa de Consumo da Lapa Ltda., sendo eleito seu primeiro presidente.
Gozando de grande consideração na Lapa, pelo seu comportamento impecável, cavalheiro em todas as circunstâncias, logo adquiriu a estima e admiração de todos.
Na primeira eleição municipal realizada na Lapa, após sua criação como Distrito, em 29 de janeiro de 1911, foi proclamado Juiz de Paz, ao obter 109 votos e a 2ª colocação, sendo eleito novamente nas eleições de 1914, 1915 e 1916.
Em 1º de fevereiro de 1916, ingressou na Caixa União Internacional de Socorro Mutua da Lapa. No ano seguinte, integrou e presidiu a Comissão Distrital dos Escoteiros da 18ª Circunscrição da Capital, com sede em sua residência.
Durante a epidemia da gripe de 1918, conquistou junto ao então prefeito Washington Luiz, a implantação do cemitério, depois de haver transformado sua casa em hospital. Conseguiu ainda, o calçamento das ruas Doze de Outubro e Antonio Raposo, entre outras.
Após aposentar-se na São Paulo Railway Company, foi nomeado oficial da Biblioteca do Estado, em 12 de maio de 1921.
Miguel Franchini muito colaborou pelo desenvolvimento da Lapa, cuja vida maçônica e profana é digna de ser apontada como exemplo.
Sua esposa, Paulina Fiori Franchini faleceu no dia 23 de junho de 1946.
Miguel Franchini faleceu nesta Capital, aos 30 de março de 1954, época em que residia na Rua Tibério, 311. Seus restos mortais estão no Cemitério do Araçá, quadra 13, sepultura 10.


UM FATO A LAMENTAR:

Seu nome foi denominação de logradouro na Capital de São Paulo, através do Decreto nº 7090, de 21 de julho de 1967. Mas, a Rua Professor Miguel Franchini, código CADLOG 13.916-5 fica excluída de oficialização estabelecida pelo Decreto nº 40.455, de 16 de abril de 2001.

E-mail:
nelsondegodoy@bol.com.br / nelsondegodoy@ig.com.br

_______________________________________________________


LOJA MAÇONICA
INDEPENDÊNCIA
COMPLETA 42 ANOS

NELSON AMERICO DE GODOY
MESTRE-MAÇOM

laureado com a
Medalha Cinqüentenário da Revista A Verdade,
concedida pela Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo,
em 11 de dezembro de 2003.

HISTÓRICO DA INDEPENDÊNCIA
A Augusta e Respeitável Loja Simbólica ‘INDEPENDÊNCIA”, fundada em 17 de novembro de 1962, sábado, sob os auspícios da então Sereníssima Grande Loja do Estado de São Paulo, obtendo o nº 119, por meio da Carta Constitutiva provisória, datada de 19 de novembro, conforme Ato nº. 10, assinado pelo sereníssimo grão-mestre Washington Pelucio, no Rito Escocês Antigo e Aceito. O estandarte, com o compasso, espada e ramo de acácia, foi criado pelo irmão Vittorio Temponi. Participaram da Sessão de Instalação, 13 obreiros, oriundos da Loja Castro Alves, nº 86: venerável-mestre interino, Aristides Lazaro Ferreira então venerável-mestre daquela Oficina; 1º vigilante, Francisco Fernando da Silva Campos; 2º vigilante, Paulo Pedro Cunha; orador, Vittorio Girolamo Andréa Temponi; secretário, José Raphael Antonio Pereira; tesoureiro, Antonio Emygdio da Silveira; chanceler, Waldomiro Fontes; cobridor, José Macedo Galvão, todos mestres maçons, e ainda para hospitaleiro, Vicente Buono, companheiro; 1º diácono, Dorival Martins Pinheiro, companheiro; 2º diácono, Gentil Bellomo, aprendiz; mestre de cerimônias, Jayme de Camargos Leite, aprendiz e 1º experto, Dirceu Leme Brisolla, aprendiz.
A primeira Sessão (aprendiz maçom) ocorreu no dia 22 de novembro de 1962, em seu Templo, na Rua São Joaquim, 138, com a presença dos seguintes irmãos: Aristides Lazaro Ferreira (venerável-mestre), Waldomiro Fontes, Vittorio Girolamo Andréa Temponi, Antonio Emydio da Silveira, Francisco Fernando da Silva Campos, José Raphael Antonio Pereira, José Macedo Galvão e Paulo Pedro Cunha, todos mestres-maçons; Vicente Buono e Dorival Martins Pinheiro, companheiros-maçons e Gentil Bellomo, Dirceu Leme Brisolla e Jayme de Camargos Leite, aprendizes-maçons. Posteriormente a data de fundação, foram considerados, também fundadores, os seguintes irmãos: Adolfo Cunha e Silva, Albano Felipe Ferreira, Benedito Lang, Chequer Nassif, Décio Piagentini, Francisco Salgado Junior, Geraldo Elpidio de Oliveira, Jayme Ferreira, João Julio da Silva Leal, Oliveiros Gabriel Dias, Paulo Nóbrega Fernandes e Rodolfo Grandberg.
Participaram da primeira Sessão, na qualidade de irmãos visitantes: Albano Felipe Ferreira, Geraldo Elpidio de Oliveira, Christo Antonio Batat, Décio Piacentini, Oliveiros Gabriel Dias, João Damasceno Beckler, Adolfo Cunha e Silva, além de mais um, que não foi possível identificar o seu nome no livro de presenças.
A segunda Sessão (companheiro maçom), realizou-se no dia 29 de novembro de 1962, com a participação dos seguintes obreiros: Aristides Lazaro Ferreira (venerável-mestre), Vicente Buono, Antonio Emygdio da Silveira, Dorival Martins Pinheiro, Vittório Girolamo Andréa Temponi, José Raphael Antonio Pereira, Francisco Fernando da Silva Campos, Paulo Pedro Cunha, Waldomiro Fontes, José Macedo Galvão, Francisco Salgado Junior, Oliveiros Gabriel Dias e Jayme Ferreira. Prestigiaram a Sessão, na qualidade de visitantes, os irmãos: Chequer Nassif, Geraldo Elpidio de Oliveira e Albano Felipe Ferreira. Naquele dia, foi publicado no Boletim nº. 172, o comunicado da fundação de nossa Loja.
A terceira Sessão, de Elevação, (companheiro maçom), realizada no dia 6 de dezembro de 1962, contou com a presença dos seguintes irmãos: Aristides Lazaro Ferreira (venerável-mestre), Waldomiro Fontes, Dorival Martins Pinheiro, Vicente Buono, Antonio Emygdio da Silveira, Francisco Fernando da Silva Campos, Vittorio Girolamo Andréa Temponi, Paulo Pedro Cunha, José Raphael Antonio Pereira, Dirceu Leme Brisolla, Jayme de Camargos Leite, Francisco Salgado Junior, Oliveiros Gabriel Dias, Albano Felipe Ferreira, Chequer Nassif, José Macedo Galvão, Gentil Bellomo e Geraldo Elpidio de Oliveira. Na qualidade de irmãos visitantes, participaram Rodolfo Grandberg e Benedito Lang. Naquela oportunidade, foi proposto para sócio-fundador, o irmão João Julio da Silva Leal, da Loja Prudente de Moraes nº 5. Ocorreu também, a 1ª Sessão Magna de Elevação, para os irmãos Gentil Bellomo e Jayme de Camargos Leite.
A 1ª Sessão Magna de Exaltação realizou-se no dia 24 de janeiro de 1963, oportunidade em que os companheiros maçons Vicente Buono e Dorival Martins Pinheiro receberam aumento de salário.
Na Sessão de Companheiro Maçom, realizada dia 21 de março de 1963, o Sereníssimo Grão-Mestre da Grande Loja do Estado de São Paulo, Washington Pelúcio (gestão 1962/1968), visitou pela primeira vez, a Loja Independência, para em seu nome e da Diretoria da Grande Loja, agradecer a todos os obreiros pelo comparecimento incorporados, as conferências realizadas pelo irmão Edgard Antunes de Alencar, Pást-Grão-Mestre da Sereníssima Grande Loja do Estado da Guanabara. Disse da satisfação de vir a Oficina fazer sua prestação de contas dos trabalhos que tem desenvolvido na Grande Loja.
No dia 28 de março de 1963 ocorreu a 1ª Sessão Magna de Iniciação, quando os profanos Áureo Rodrigues Pereira de Mello e Iser Brisolla receberam a luz.
No dia 22 de junho de 1963, ocorreu uma Sessão Magna Branca, com a presença novamente do Sereníssimo Grão-Mestre, Washington Pelucio, e presidida pelo irmão 1º Vigilante, Francisco Fernando da Silva Campos, venerável-mestre “ad-hoc”. Na abertura dos trabalhos, o irmão orador esclareceu aos presentes, que ainda não tiveram a oportunidade de assistir a uma Sessão Festiva, ou seja, Branca, na Maçonaria, que se tratam de reuniões, onde comparecem familiares e amigos dos irmãos pertencentes à Ordem, por estes convidados, nas quais procuramos mostrar uma das faces de nossa Instituição milenar, cuja preocupação e objetivos estão intimamente ligados à confraternização e o bem-estar dos povos. Assim é, que hoje, diante deste grupo de irmãos e de seleta assistência que muito nos honra com as presenças, levamos a efeito esta festa. Prosseguindo, destacou-se que “Ao nascer a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Independência nº. 119, grandes foram as manifestações e jubilo e solidariedade demonstrados por irmãos das co-irmãs jurisdicionadas a Sereníssima Grande Loja do Estado de São Paulo, que em exposição de autentica fraternidade maçônica, empreenderam uma série de iniciativas que redundaram em inestimável apoio para a consolidação da então caçula Loja Independência nº. 119. Na oportunidade, foram entregues diplomas aos irmãos considerados também fundadores, pertencentes na época, a outras Lojas: Adolfo Cunha e Silva (Loja Egipciana, nº. 108), Albano Felipe Ferreira (Loja Cavaleiros de Malta, nº. 7, Oriente de Cornélio Procópio, Paraná), Benedito Lang (Loja Prudente de Moraes, nº. 5), Chequer Nassif (Loja Prudente de Moraes, nº. 5), Décio Piagentini (Loja Perfeita Amizade, nº. 37), Geraldo Elpidio de Oliveira (Loja Romã do Progresso, nº. 34, Oriente de Buerarema, Bahia), João Julio da Silva Leal (Loja Prudente de Moraes, nº. 5), Oliveiros Gabriel Dias (Loja Justiça e Caridade, nº. 5, Oriente de Monte Aprazível, São Paulo), Paulo Nóbrega Fernandes (Loja Prudente de Moraes, nº. 5) e Rodolfo Grandberg (Loja Prudente de Moraes, nº. 5).
A primeira Sessão Magna de Aniversário e Adoção de Lowtons, foi realizada dia 16 de novembro de 1963, no Templo Nobre da GLESP, Rua São Joaquim, 138, 3º andar, com a presença do Sereníssimo Grão-Mestre, Washington Pelúcio e do Past Grão-Mestre, Francisco Rorato (1956/1962), os quais foram homenageados com o Diploma de Benemérito, juntamente com os irmãos Jayme Janeiro Rodrigues (Loja Flor de Lys, nº. 90), João Damasceno Beckler (Loja João Ramalho, nº. 107, Oriente de Santo André, São Paulo), Manoel Nóbrega Fernandes (Loja Cavaleiros de São João, nº. 115), Walter Belda (Loja Bandeirantes, nº. 103 e Walter Pinto (Loja Perfeita Amizade, nº. 37), outorgados pela Loja Independência nº 119. Receberam os seus Diplomas de fundadores, os irmãos; Antonio Emygdio da Silveira, Aristides Lazaro Ferreira, Dirceu Leme Brisolla, Dorival Martins Pinheiro, Francisco Fernando da Silva Campos, Gentil Bellomo, Jayme de Camargos Leite, José Macedo Galvão, José Raphael Antonio Pereira, Paulo Pedro Cunha, Vicente Buono, Vittorio Girolano Andréa Temponi e Waldomiro Fontes. Os meninos adotados como Lowtons foram: Vicente Buono Junior, Vitor Temponi, Francisco Fernando da Silva Campos Filho, Marco Antonio Geraldini, Walter Poletti Filho, Marcos Moraes e Lauro Moraes.
Os estatutos da Loja Independência, nº. 119, foram aprovados em 20 de junho de 1964.
Dia 16 de julho de 1964, realiza-se a Sessão Especial de Eleição, para a administração no período de 1964/1965, oportunidade em que foi eleita a Chapa Firmeza, tendo como venerável-mestre, Aristides Lazaro Ferreira.
Conforme decreto nº. 95, da Grande Loja do Estado de São Paulo, assinado em 30 de julho de 1964, e publicado no Boletim nº. 192, ficou aprovado o Estatuto e concedida a Carta Constitutiva Definitiva para a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Independência nº. 119.
No dia 6 de agosto de 1964 é realizada a Sessão Magna de Regularização, oportunidade em que o Sereníssimo Grão-Mestre Washington Pelucio (mandato 1962/68) entregou a Carta Constitutiva definitiva e procedeu a regularização e instalação da Loja INDEPENDÊNCIA nº 119, com a posse o primeiro venerável-mestre eleito, Aristides Lazaro Ferreira. Integrava a Comissão de Instalação, os irmãos Manoel Nóbrega Fernandes e Wilson de Melo Perito. Na oportunidade, o irmão Chequer Nassif ofereceu como presente a Loja, uma Espada Flamejante. Devemos destacar que ele, no inicio de nossas atividades, havia fornecido a título de empréstimo, os paramentos de sua Loja, a Prudente de Moraes, nº. 5. E mais, apesar de integrar o quadro de obreiros daquela Oficina, participou ativamente dos trabalhos da Loja Independência, até a sua partida para o Oriente Eterno em 18 de novembro de 1974, justificando o título de fundador de nossa Loja. O reconhecimento da Ordem Maçônica foi lhe concedendo a denominação de uma Loja no Oriente de São Bernardo do Campo.
No dia 14 de novembro de 1964 foi realizada a Sessão Magna do 2º Aniversário e Adoção de Lowtons, com a presença do Sereníssimo Grão-Mestre da GLESP, Washington Pelucio. Na oportunidade, o venerável-mestre Aristides Lazaro Ferreira, recebeu o primeiro Diploma de Benemérito, outorgado pela Loja INDEPENDÊNCIA, e o irmão Vicente Buono agraciado com a medalha de prata, a que fez por merecer pela sua assiduidade aos trabalhos da Loja.
Na Sessão Magna do 3º Aniversário e Adoção de Lowtons, realizada em 20 de novembro de 1965, foram entregues as medalhas outorgadas pela Loja INDEPENDÊNCIA: a de prata, para o irmão Geraldo Elpidio de Oliveira, em virtude de ter registrado freqüência integral durante 3 anos e a de ouro, relativa a 5 anos de assiduidade ininterrupta aos trabalhos maçônicos ao irmão Vittorio Girolamo André Temponi. Na ocasião, receberam Medalhas Especiais, os irmãos Antonio Emygdio da Silveira, José Macedo Galvão, José Raphael Antonio Pereira e Paulo Pedro Cunha, como os mais idosos.
No dia 19 de agosto de 1967 é realizada a primeira Sessão Magna de Pompas Fúnebres, para reverenciar a memória do saudoso irmão fundador José Raphael Antonio Pereira, que havia falecido dia 5 de agosto. A segunda Sessão Magna de Pompas Fúnebres ocorrida em 1º de junho de 1968, foi para reverenciar o também irmão fundador Paulo Pedro Cunha, de saudosa memória.
Em 25 de julho de 1970, é realizada a primeira e única Sessão Magna de Reconhecimento Conjugal para o irmão Ortiz Fraga e a cunhada Iaci Irene Ribeiro de Carvalho Fraga.
Também registramos o único Jantar Ritualístico, ocorrido dia 5 de novembro de 1998.
Ao longo de seus 42 anos de existência, a Loja INDEPENDÊNCIA nº 119 funcionou nos seguintes endereços: Desde a fundação até agosto de 1974, na Rua São Joaquim, 138, 5º andar; daquela data até fevereiro de 1975, desempenhou suas atividades na Praça Haroldo Daltro, 236: durante alguns meses de 1975 a Loja funcionou na Rua Germaine Burchard, 189, quando então mudou-se para a Rua Monteiros, 249, local em que permaneceu até 1977, de onde foi para a Rua Santa Rita, 104, permanecendo neste endereço, somente alguns meses de 1978, e retornando para a Rua Monteiros, 249. Desde 1979 ocupa o Templo de propriedade da Augusta, Respeitável e Benemérita Loja Simbólica Estrela da Lapa nº 7. No período de 5 de julho a 3 de dezembro de 1994 o prédio antigo foi demolido e construído um novo no local, com 1090 metros quadrados. Sua antiga entrada era pela Rua João Pereira, 107/115, após, a reforma, ficou sendo pela Rua Dronsfield, 298/300. No dia 1º de fevereiro de 1995, em Solenidade Fraternal, o Grão-Mestre Adjunto no exercício do Grão-Mestrado, Hector Luiz Pandolfo (1994/95), sagrou o novo Templo, contendo 180 lugares. Durante esse período, a Loja INDEPENDÊNCIA funcionou no Templo da Rua São Joaquim, 138.
No transcorrer dos 42 anos da Loja Independência nº. 119, cerca de 286 irmãos já pertenceram ao seu Quadro de obreiros, dos quais, 27 permanecem ativos. Com tristeza e saudade, registramos que 91 irmãos partiram para o Oriente Eterno. Destacamos também, que pouco mais de 70 crianças foram adotados como Lowtons.
GALERIA DOS VENERÁVEL-MESTRES
O primeiro venerável-mestre da Augusta e Respeitável Loja Simbólica ÏNPEPENDÊNCIA nº 119, foi Aristides Lazaro Ferreira, (1962/1965). Natural de Tambau, Estado de São Paulo, nasceu em 3 de fevereiro de 1908, filho de Emiliano Ferreira da Silva e Mariana Paulina dos Santos. Casou-se com Leonidia Pretti Ferreira e teve os filhos: Agda Ferreira, falecida em acidente e Laerte Ferreira. Foi tenente-coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Na maçonaria, foi iniciado em 4 de março de 1955, na Loja Castro Alves nº 86. Elevado em 27 de janeiro de 1956 e exaltado em 21 de dezembro de 1956. Em sua Loja mãe, foi tesoureiro (1957/1959), 1º vigilante (1959/1960) e hospitaleiro (1960/1961). Entre os inúmeros cargos exercidos na Ordem, foi também, tesoureiro da Loja de Perfeição (1960/1961), mestre de cerimônias do Venerável Colégio (1962/1965), secretário do Pecúlio (1962/1965), preceptor de Educação Moral e Cívica do Seminário Maçônico (1963/1965), encarregado dos dossiês dos irmãos e do controle do Pecúlio Maçônico na Grande Loja e venerável-mestre fundador da Loja Independência, na qual, exerceu o cargo durante 3 períodos. Faleceu na Capital de São Paulo, em julho de 1981, e seus restos mortais estão no Cemitério de Congonhas.
A seguir os demais venerável-mestres: Vittorio Girolamo Andréa Temponi (1965/1966), Vicente Buono (1966/1967), Weber Marciano Pimentel (1967/1968), Dorival Martins Pinheiro (1968/1969), Herculano Agria de Ascenção Silveira (1969/1970), João Furlan (1970/1971), Julio Tsuyoshi Okoda (1971/1972), Miguel Romano Neto (1972/1974), Álvaro Abduchi (1974/1975), Geraldo Fernandes Pereira (1975/1976), Waldomiro Fontes (1976/1977), Walter Poletti (1977/1978), Reynaldo Cerqueira Cunha (1978/1979), Aristides dos Santos (1979/1980), Ângelo Poggi Neto (1980/1981), Benedito Aparecido de Oliveira (1981/1982), Rodrigo Ferreira Capella Filho (1982/1983), José Roberto Grilli (1983/1984), Antonio de Pádua Zamboni (1984/1985), Laucir Alberto Vitulli (1985/1986), Antonio Cesar Occhiucci Bassetti (1986/1987), Leopoldo Alba Escuredo (1987/1988), Aristides dos Santos (1988/1989), João Leopoldo Rodrigues Nogueira (1989/1990), Duílio Pereira Junior (1990/1991), Waldemar Tersi (1991/1992), Antonio de Pádua Zamboni (1992/1993), Antonio Cesar Occhiucci Bassetti (1993/1994), Leopoldo Alba Escuredo (1994/1995), Cláudio Ciochetti (1995/1996), Reinaldo Bortoletto (1996/1997), Oswaldo Junior Viviani (1997/1998), Frederico Gregio Filho (1998/1999), Osvaldo Tognasoli (1999/2000), Bento Francisco Machado (2000/2002), Wilson Carlos Bernardes de Carvalho (2002/2003), Elias Tanios Haddad (2003/2004) e Bruno Clemente Domingos (2004/2005), que a exemplo de todos os que passaram pela direção da Loja Independência, dedica-se para manter a paz e a harmonia entre os irmãos, correspondendo os objetivos daqueles que há 42 anos, fundaram a nossa querida Oficina.
IRMÃOS QUE JÁ PERTENCERAM AO QUADRO DE OBREIROS DA LOJA INDEPENDÊNCIA, DESDE A SUA FUNDAÇÃO ATÉ MARÇO DE 2005: Abel Spadotto, Adalmilson de Souza Duarte, Adelelmo Ponchirolli Netto, Adinael Carlos, Agostinho Domingues, Airton Victor Nalio, Albano Felipe Ferreira, Álvaro Abduchi, André Luiz Chiavone Gruber, Ângelo Poggi Neto, Antonio Amorim, Antonio Andrade dos Santos, Antonio Armindo Camillo, Antonio Arnaldo de Assumpção Penteado, Antonio Branco, Antonio Carlos Castilho, Antonio Carlos de Oliveira, Antonio Carlos Gomes Munhões, Antonio Carlos Peixoto da Silva, Antonio Cesar Occhiucci Bassetti, Antonio de Carvalho, Antonio de Pádua Aguiar, Antonio de Pádua Zamboni, Antonio Domingos Rodrigues, Antonio Emygdio da Silveira, Antonio Isidoro de Oliveira, Antonio Telles Pitta, Aparecido João Esótico, Aristides Santos, Aristides Lazaro Ferreira, Arnaldo Bilton, Artur da Silva Antunes, Augusto José Waack Sampaio, Áureo Ferreira da Rocha, Áureo Rodrigues Pereira de Mello, Benedicto Zeferino, Benedito Cabral de Medeiros Filho, Bruno Macedo Busato, Carlos Alberto Peixoto da Silva, Carlos Carli Neto, Carlos Fernando Lora Castro, Carlos José Salvino, Casemiro Regis, Chequer Nassif, Christos Leônidas Kourkoulos, Cleber Thomaz Viana, Constantin Nicolau Vassilas, David Chih Fu Hsiung, Décio Venci, Delcio Crocce, Dino Koiti Fujiwara, Dirceu Leme Brisolla, Domingos Antonio Sudano, Domingos Bersito, Dorciliano de Oliveira Galvão, Dorival Martins Pinheiro, Duílio Pereira Junior, Eduardo Alves dos Reis, Eduardo Dantas de Oliveira, Elcio Abrahão, Eleutério Geraldini, Elon Braga de Santana, Ernesto Augusto de Freitas Neto, Euclides Joaquim da Silva, Euripedes Barsanulfo de Moraes, Eustazio Alves Pereira, Ezequiel Sá Oliveira, Fernando do Nascimento Fernandes, Fernando Maffei Dardis, Fernando Pereira de Araújo, Fernando Ricardo Rodrigues, Filemon Gonçalves Campos, Francisco de Paula Vieira Bueno, Francisco Fernando da Silva Campos, Francisco Granado, Francisco Lucio Rodrigues, Francisco Luiz Sarsano de Godoi, Francisco Ribeiro da Silva, Francisco Salgado Junior, Frederico Gregio Filho, Gavril Nicolau Ipiadis, Gehol de Lima Rosa, Gentil Bellomo, Georges Athanase Pantazopoulos, Geovaldo Leoni Atto Baptista, Geraldo Elpidio de Oliveira, Geraldo Fernandes Pereira, Geraldo Garcia Clemente, Geraldo Turcano, Geraldo Valentim Junior, Gilson Tobias, Giovanni Vestri, Gustavo Camargo Von Uhlendorff, Herculano Agria de Ascenção Silveira, Hernán Bayá Tudela, Hilário Mentori Allegretti, Hitoshi Fujiwara, Honorato José Begálli, Hygino Frachetti, Iassuto Miura, Iser Brisolla, Israel Kurc, Jacob Toldo de Mell, Jaime Santiago Silva, Jair Fernandes, Jayme de Camargos Leite, Jayme Ferreira, Jayme Martins Guimarães, João Antonio Meduri, João Batista de Souza, João Batista Pereira, João Batista Viana, João Di Sessa, João Forsato, João Furlan, João Henrique Scannapieco, João Julio da Silva Leal, João Leopoldo Rodrigues Nogueira, João Millani, João Tabacow, Joaquim Pedro de Oliveira, Jonatas de Oliveira, Jorge Osvaldo Rojas Arancibia, José Alexandre Arce Mejia, José Antonio Brayn, José Campedelli Poli, José Carlos Olivieri, José Clementino do Nascimento, José David Fernandes, José de Maio Filho, José Felix dos Santos, José Fernandes Coelho Nunes, José Guedes Campos, José Ladeia Guimarães Neto, José Luiz Palma Bisson, José Macedo Galvão, José Mario de Queiroz Bachiega, José Mello Campos, José Monteiro de Camargo, José Raphael Antonio Pereira, José Roberto Grilli, José Roberto Silvestre, José Ruiz Talhari, José Vanderlei Cora Martins, José Vidal Jeronymo Junior, Josué Antonio de Araújo, Julio Tsuyoshi Okoda, Juscelino Rodrigues de Oliveira, Keizo Ogushi, Laucir Alberto Vitulli, Lauro Barini, Lourival Melquiades de Oliveira, Lucio Roberto Di Domenico, Luiz Alberto Machado Silva Pavão, Luiz Carlos de Oliveira, Luiz Carlos Pereira de Araújo, Luiz do Perpetuo Socorro Lago Alabí, Luiz Leonardo Annunciato, Luiz Orlando, Luiz Stenio Correia Lima, Manoel Candido de Lima, Manoel Cid Guerrero, Manoel Maldonado, Manuel Andrade Santana, Manuel Antonio Rodrigues, Manuel de Oliveira Lima, Marcos Antonio Gimenes Tejeda, Mario Sergio Bove, Mario Pereira da Silva, Melchiades Trigueiro, Miguel José Fejer, Miguel Nicolau Saikale, Miguel Romano Neto, Milton Cardoso de Área Leão, Milton Gonçalves Caçador, Moacir Carlos Alves Costa, Monserrat Luiz Castillo, Natalino Bonifácio, Nelson Eugenio, Nelson Gabriel Dias, Nelson Gomes de Moraes, Nelson Montes da Silva, Ney Ferreira dos Santos, Nicanor Cina Fernandes, Nicolai Sanches Tortosa, Oliveiros Gabriel Dias, Ortiz Fraga, Oscar Hugo Tonini, Osíris Pedro Cavalheiro Murano, Oswaldo Alves Nascimento Ribeiro, Oswaldo Barbosa, Oswaldo Junior Viviani, Oswaldo Marques Patrocínio, Oyama de Moraes, Paulino Mattiota, Paulo Bicudo, Paulo Pedro Cunha, Paulo Scannapieco, Pedro de Alcântara Komel, Pedro Souza de Faria, Rafael Pereira, Raimundo Ivo Sobrinho, Ramon Fernandes Garcia, Raul de Jesus Alonso, Reinaldo Bortoletto, Reynaldo Cerqueira Cunha, Ricardo Valentim Nassa, Rodolfo João Nunes, Rodrigo Ferreira Cappela Filho, Rodrigo Martin Vera, Romualdo Fumelli Monti, Romualdo Hatty, Ronaldo Brochetti, Rubens Alves, Rubens Campos Netto, Rubens de Biasi, Rubens Sellera de Lima, Ruy Arnaldo Ramos da Silva, Salvatore Lo Vecchio, Sergio Correa, Sergio Ivan Baptista, Sidnei Uriel dos Santos, Silvio Moreira Pinto, Simão Parra Medina, Stamatios Dimitrios Fyskatoris, Sylvio Seixas, Tadeu Luiz Prandi Ramalho, Vicente Buono, Vilson José da Silva, Vincenzo Campanella, Vittorio Girolamo Andréa Temponi, Wagner Granelli, Wagner dos Santos Tersi, Waldemar Vieira Junior, Waldemar Tersi, Waldomiro Fontes, Walfredo Rodrigues de Aquino, Walter Luiz Antunes Ferreira, Walter Poletti, Walter Urbano, Weber Marciano Pimentel, Wilhelmus Jacobus Verhagen, Wilson Gomes dos Santos, Wilson Ignácio Pacheco, Wilson José Rossini, Zacarias Vieira Peixoto, Zeferino Nonato da Silva e Zeferino Ribola.

OUTRAS ANOTAÇÕES
A seguir, as Lojas que foram criadas com a participação de irmãos que desligaram-se da Loja Independência: Voluntários da Pátria, 137; Lótus Branco, 85; 21 de Abril, 141; Renovação e Progresso, 143; Chequer Nassif, 169; Esperança, 181; Equidade, 185; Amor e Trabalho, 207; Os Templários, 232; Caridade e Amor, 235; O Grito do Ipiranga, 240; Quinta Essência, Arca da Aliança, 262; Marcos Zavatta, 263 e Cavaleiros do Hermon, 335.
DENOMINAÇÕES
Destacamos que o irmão Marcos Antonio Ferreira Zavatta foi iniciado na Loja Independência nº. 119, em 8 de dezembro de 1973, integrando o seu quadro durante alguns anos. O irmão Chequer Nassif, apesar de oficialmente pertencer ao quadro de obreiros da Loja Prudente de Moraes, nº. 5, participou assiduamente dos trabalhos de nossa Oficina, desde a fundação, ate sua partida para o Oriente Eterno, razão pela qual, foi merecedor do titulo de fundador.
CARGOS EXERCIDOS NA GLESP
Irmãos, que integrando o quadro de obreiros da Loja Independência, nº. 119, ocuparam cargos na Grande Loja: Aristides Lazaro Ferreira, João Furlan, Vicente Buono, Vittorio Girolano Andréa Temponi, Rodrigo Ferreira Capela Filho, Ângelo Poggi Neto e Waldemar Tersi.
O irmão Waldemar Tersi também foi presidente da Loja de Perfeição Orpheu Paraventi Sobrinho e o irmão Naur Soares de Araújo, presidiu a Loja de Perfeição Doze de Outubro.
No Venerável-Colégio, ocuparam cargos, os irmãos Aristides Lazaro Ferreira e Waldemar Tersi.
TITULOS DE MAÇOM EMÉRITO
Irmãos agraciados com o título de Maçom Emérito, concedido pela Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo: Aristides Santos, Benedito Aparecido de Oliveira, Aristides dos Santos e Antonio de Pádua Zamboni.
QUADRO ATUAL DE OBREIROS
A Augusta e Respeitável Loja Simbólica “INDEPENDÊNCIA” nº 119, reúne-se às quintas-feiras, às 20 horas, e integra a 7ª Região Maçônica e o 7º Distrito Maçônico do GLESP, É constituída atualmente dos seguintes obreiros maçons: Aristides dos Santos, Benedito Aparecido de Oliveira, Bento Francisco Machado, Bruno Clemente Domingos, Carlos Alberto Sciorilli, Carlos Roberto Ferrarezi, Cláudio Ciochetti, Elias Tanios Haddad, Fabiano Nunes Faria, Gilmar de Almeida, Hidalgo Vicente Santos, Ivo Cerretti, José do Nascimento Geraldes, Leopoldo Alba Escuredo, Marcos Trindade de Ávila, Moacyr Caniato, Naur Soares de Araújo, Nelson Américo de Godoy, Ocimar Hamilton Tonheiro, Osvaldo Tognasoli, Paschoal José Dall”Anese, Ricardo da Silva, Roberto Carlos Álvares de Lima, Roberto Braga Marques, Rogério Machado, Wilson Carlos Bernardes de Carvalho e Wilson Roberto Silva Telles.
O presente trabalho de pesquisa, é da autoria do sociólogo, jornalista e professor NELSON AMERICO DE GODOY, é fruto dos livros de atas e outros documentos preciosos, constituindo-se em subsidio de inestimável valor para a história da Maçonaria.


E-mail: nelsondegodoy@bol.com.br
ou nelsondegodoy@ig.com.br

 

 

INSTALAÇÃO E POSSE NA
LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA


Bruno Clemente Domingos, 1º vigilante; Elias Tanios Haddad, venerável-mestre e Nelson Americo de Godoy, 2º vigilante

A Loja Independência nº 119, Oriente de São Paulo, realizou no dia 26 de junho de 2003, a Sessão de Instalação e Posse, oportu-nidade em que o Venerável-Mestre Wilson Carlos Bernardes de Carvalho passou o 1º Malhete ao seu suces-sor Elias Tanios Haddad, tendo como 1º Vigilante, Bruno Clemente Domingos e 2º Vigilante, Nelson Americo de Godoy.
A Comissão Instaladora teve como presidente o irmão Antonio de Pádua Zamboni e como 1º e 2º mestres instaladores, os irmãos Leopoldo Alba Escuredo e Aristides dos Santos, respectivamente.
A solenidade contou com a presença do Delegado da 7ª Região, irmão Roberto Alonso que, no ato representou o Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, irmão Pedro Gagliardi. Presente também o Past Grão-Mestre Adjunto, José Renato dos Santos, além de irmãos das Lojas: Mario Behring; União e Solidariedade; Estrela da Lapa; Paragem de Ouro Fino; Adolpho Markenzon; Fides, Honor, Labor; Edgard Armond; Renovação e Progresso; Umuarama; Delta do Limão; Quilombo dos Palmares; Cavaleiros da Paz e Apostolo do Humanismo.
A Loja Independência nº 119, que completou 40 anos em 17 de novembro do ano passado, conta com 28 obreiros em seu quadro, e trabalha às 5ª feiras, na Rua Dronsfield, 298, Lapa.


LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA
COMPLETA 41 ANOS
COM ADOÇÃO DE LOWTONS

Um fato marcante na memorável sessão magna comemorativa do 41º aniversário da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Independência nº 119, sob a jurisdição da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, realizada dia 29 de novembro de 2003, foi à cerimônia de adoção de 6 lowtons.
O evento conduzido pelo venerável-mestre, Elias Tanios Haddad, ocorreu em seu templo, na Rua Dronsfield, 298, Lapa, e reuniu grande número de obreiros, autoridades maçônicas, cunhadas, sobrinhos, familiares e convidados, entre os quais, destacamos: delegado do 7º Distrito, Jesus Nazareno Loureiro; delegado do 23º Distrito, Canio Muotri Neto; presidente da Comissão de Lowtons da Glesp, Durval Maluf e o Past Grão-Mestre Adjunto da Glesp, José Renato dos Santos.
Foram recebidos como lowtons, os jovens Lucas dos Santos Zamboni, neto do irmão Antonio de Pádua Zamboni; Arthur Guilherme Machado, filho do irmão Bento Francisco Machado; Fernando Moreira de Almeida e Renata Moreira de Almeida, filhos do irmão Gilmar de Almeida; Rafael Hirsh de Ávila e Tabata Hirsh de Ávila, filhos do irmão Marcos Trindade de Ávila.
Prosseguindo, os adotados receberam respectivamente, diploma, medalha e cartão de identificação, alusivos à cerimônia, devidamente registrados, que foram entregues pelos seus padrinhos e autoridades maçônicas.
A Loja Independência nº 119, é constituída de 27 obreiros, que se reúnem às quintas-feiras: Antonio de Pádua Zamboni, Aristides dos Santos, Benedito Aparecido de Oliveira, Bento Francisco Machado, Bruno Clemente Domingos, Carlos Roberto Ferrarezi, Cláudio Ciochetti, Elias Tanios Haddad, Fabiano Nunes Faria, Gilmar de Almeida, Hidalgo Vicente Santos, Ivo Cerretti, José do Nascimento Geraldes, Leopoldo Alba Escuredo, Marcos Trindade de Ávila, Naur Soares de Araújo, Nelson Americo de Godoy, Osvaldo Tognasoli, Ocimar Hamilton Tonheiro, Paschoal José Dall”Anese, Ricardo da Silva, Roberto Braga Marques, Roberto Carlos Álvares de Lima, Rogério Machado, Wagner Granelli, Wilson Carlos Bernardes de Carvalho e Wilson Roberto Silva Telles.
O encerramento da comemoração foi seguido de jantar de confraternização oferecido a todos os presentes.

 

ANTONIO DE PADUA ZAMBONI
RECEBE TITULO DE MAÇOM EMÉRITO NO ANIVERSÁRIO DA
LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA

No sábado, 24 de novembro de 2001, o Templo da Loja Maçônica Independência nº 119, ficou totalmente pequeno para receber o grande número de irmãos, cunhadas, sobrinhos, familiares e convidados, que foram participar da Sessão Magna em comemoração ao 39º aniversário, dirigida pelo venerável-mestre Bento Francisco Machado.
Durante a cerimônia, a consultora corporal e professora Cristina Cairo, autora do livro Linguagem do Corpo falou das principais enfermidades e distúrbios que podem estar ocorrendo com o ser humano. O significado psicológico de cada parte do corpo e de cada desequilíbrio.
Na palestra, a escritora explicou como ocorrem os acidentes, as doenças e como fazer para neutralizar este processo, dando dicas para uma boa saúde e uma vida bem melhor. Colocou que o trabalho visa o equilíbrio físico, emocional e mental, através da mudança comportamental. O tema despertou grande interesse.


ZAMBONI RECEBE
TÍTULO DE MAÇOM EMÉRITO

Na oportunidade, o irmão Antonio de Pádua Zamboni recebeu o diploma e medalha correspondente ao Título de Maçom Emérito, concedido pela Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, através do Decreto nº 8, de 25 de setembro de 2001, em virtude de ter completado 25 anos de atividades maçônicas ininterruptas.
Ingressou na Ordem, na própria Loja Independência, no dia 15 de maio de 1976, elevado em 27 de maio de 1977 e exaltado em 16 de março de 1978. Com altíssima freqüência, exerceu todos os cargos, tendo sido seu venerável-mestre em duas gestões (1984/1985) e (1992/1993).
Dedicado à causa maçônica, e respeitado por sua atuação em prol dos princípios da Ordem, o irmão Zamboni, que foi investido no Grau 33 em 1999, destaca-se pela sua liderança, entusiasmo e inteligência.


OBREIROS DA LOJA
A seguir, os obreiros que integram a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Independência nº 119: Antonio de Pádua Zamboni, Aristides dos Santos, Benedito Aparecido de Oliveira, Bento Francisco Machado, Bruno Clemente Domingos, Carlos Roberto Ferrarezi, Cláudio Ciochetti, Elias Tanios Haddad, Fabiano Nunes Faria, Geraldo Valentim Junior, Hidalgo Vicente Santos, Ivo Cerretti, João Leopoldo Rodrigues Nogueira, José do Nascimento Geraldes, Leopoldo Alba Escuredo, Naur Soares de Araújo, Nelson Américo de Godoy, Ocimar Hamilton Tonheiro, Osvaldo Tognasoli, Oswaldo Junior Viviani, Reinaldo Bortoletto, Roberto Braga Marques, Wagner Granelli, Waldemar Tersi, Wilson Carlos Bernardes de Carvalho e Wilson Roberto Silva Telles.

NELSON AMERICO DE GODOY
sociólogo, jornalista, professor
mestre maçom
obreiro da Loja Independência nº 119

E-mail:
nelsondegodoy@bol.com.br / nelsondegodoy@ig.com.br








 


:: Capa da Edição


VEJA TODAS AS PÁGINAS

Deixe este site como sua página inicial. Clique aqui.

:: Publicidade














Capa | Acontece | Colunistas | Cultura| Esotérico | Política | Saúde
Cadastre-se | Classinews | Imóveis | Serviços | Fale Conosco

© Copyright 2002 Dennis Fidalgo Doimo - Todos os direitos reservados