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A
participação dos japoneses
na história da V.N. Cachoeirinha
Família
japonesa na área onde hoje está o terminal
de ônibus, na época uma plantação
de batata |
A data oficial
de aniversário da V.N. Cachoeirinha: 5 de agosto de 1933,
oficializada junto à Câmara Municipal de São
Paulo, é a mesma da fundação da Associação
Cultural Nipo-Brasileira de Vila Nova Cachoeirinha. O levantamento
histórico foi realizado pelo editor deste jornal, o jornalista
Célio Pires, ouvindo líderes comunitários
e moradores antigos e checando com documentos e informações
diversas. Com apoio de líderes locais se chegou à
conclusão de que a fundação da Associação
Nipo-Brasileira foi a primeira manifestação organizada
e reflexo do crescimento da população, com a conseqüente
transformação do local, de zona rural para núcleo
urbano. Seguiu-se isso o processo urbano no bairro, com a chegada
dos primeiros loteamentos e também com o início
do comércio no Largo do Japonês, que ganhou este
nome por causa de um armazém ali instalado por uma das
famílias de imigrantes nipônicos.
A Associação Nipo Brasileira até hoje se
presta à preservação da cultura e costumes
da terra de origem e também busca, sempre, uma integração
com a cultura brasileira. Foi oficializada em cartório
somente 29 anos depois de fundada, no dia 5 de agosto de 1962.
O loteamento que deu origem ao bairro teve a denominação
de Vila Cachoeirinha, um empreendimento da Imobiliária
Rudge Ramos, isso no início dos anos 40. Consta que o primeiro
corretor do loteamento foi o “Seu Maximino” e os primeiros
proprietários dos lotes e moradores foram os senhores Evaristo
Roque, Manoel Sanches, Sebastião Elias, Alvino P. da Silva
e Amélia José Ferreira.
Salve a V.N. Cachoeirinha
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A data oficial
de aniversário do bairro: 5 de agosto de 1933, oficializada
junto à Câmara Municipal de São Paulo, é
a mesma da fundação da Associação
Cultural Nipo-Brasileira de Vila Nova Cachoeirinha. O levantamento
histórico foi realizado pelo editor deste jornal, Célio
Pires, ouvindo líderes comunitários e moradores
antigos e checando com documentos e informações
diversas. Com apoio de líderes locais se chegou à
conclusão de que a fundação da Associação
Nipo-Brasileira foi a primeira manifestação organizada
e reflexo do crescimento da população, com a conseqüente
transformação do local, de zona rural para núcleo
urbano
Seguiu-se isso o processo urbano no bairro, com a chegada dos
primeiros loteamentos e também com o início do comércio
no Largo do Japonês, que ganhou este nome por causa de um
armazém ali instalado por uma das famílias de imigrantes
nipônicos.
A Associação Nipo Brasileira, nascida há
70 anos, se prestava à preservação da cultura
e costumes da terra de origem e também buscava uma integração
com a cultura brasileira, mas foi oficializada em cartório
somente 29 anos depois de fundada, no dia 5 de agosto de 1962.
O loteamento que deu origem ao bairro teve a denominação
de Vila Cachoeirinha, um empreendimento da Imobiliária
Rudge Ramos, isso no início dos anos 40. Consta que o primeiro
corretor do loteamento foi o Seu Maximino e os primeiros
proprietários dos lotes e moradores foram os senhores Evaristo
Roque, Manoel Sanches, Sebastião Elias, Alvino P. da Silva
e Amélia José Ferreira.
V.N.
Cachoeirinha: do Sítio dos Japoneses ao progresso atual
Onde se localiza
hoje a Vila Nova Cachoeirinha era, em outra época, terras
pertencentes ao "Sítio Casa Verde e Mandaqui".
A referência mais antiga desse sítio remonta ao século
17.
A 6 de fevereiro de 1616, oficiais da Câmara da Vila de
São Paulo e São Vicente, concederam a Amador Bueno
da Ribeira, "O Aclamado de 1641", autorização
para instalar um moinho, para moer trigo no "Ribeirão"
que chamavam de "Mandaqui" (ou Cabuçu), rio localizado
"na outra banda do Rio Grande (hoje Tietê), meia légua
pela terra adentro".
O local descrito era onde se situava a pequena cachoeira, que
acabou dando origem ao nome do bairro e localizava-se onde hoje
se dá a tangência das avenidas Inajar de Souza e
deputado Emílio Carlos. A cachoeira em questão foi
soterrada quando da construção da Av. Inajar de
Souza.
A V.N. Cachoeirinha, entretanto, começou a ser colonizada
entre 1925 e 1930, quando as famílias de Gunzaburo Omae
e de Dona Katusko Otiai estabeleceram-se no Sítio Cabuçu,
como era denominado o local naquela época. Outras famílias
de imigrantes japoneses também vieram se instalar nestas
bandas, com suas chácaras de legumes e hortaliças.
O meio de transporte utilizado pelo donos de chácaras para
escoarem os produtos produzidos até a Barra Funda era o
de carroças e cavalos, que seguiam pela Estrada do Mandi,
hoje chamada Av. Deputado Emílio Carlos.
Existiam também por ali várias olarias - pequenas
indústrias caseiras de fabricação de tijolos
- geralmente instaladas próximas aos córregos e
também vacarias, local de venda de leite. Outro tipo de
atividade comum naquela época era o alambique, o mais famoso
deles localizava-se no Sítio dos Francos.
DATA OFICIAL
A data oficial de aniversário do bairro: 5 de agosto de
1933, oficializada junto à Câmara Municipal de S.
Paulo, é a mesma de fundação da Associação
Cultural Nipo-Brasileira de Vila Nova Cachoeirinha. O levantamento
histórico realizado pelo editor deste jornal, Célio
Pires, com o apoio de várias lideranças regionais,
que entendeu que a organização da primeira entidade
popular local sinalizava o início de um processo urbano
no bairro e que, de fato, aconteceu a seguir com a vinda dos primeiros
loteamentos e também com o início do comércio
no Largo do Japonês, que ganhou este nome por causa de um
armazém ali instalado por uma das famílias de imigrantes
nipônicos.
Festa
dos 70 anos de V.N. Cachoeirinha
Antiga
chácara que deu original ao
loteamento Cachoeirinha |
O aniversário
de Vila Nova Cachoeirinha, dia
5 de agosto, está se aproximando e com muito prazer, as
entidades realmente representativas do bairro, já estão
se mobilizando e junto com a Subprefeitura da Casa Verde/ Cachoeirinha,
definirão a programação a ser desenvolvida
na comemoração dos 70 anos desse importante bairro
da Capital
Informamos que a terceira reunião entre os diretores das
entidades Sobeca, Lions, Conseg, Associação Nipo-Brasileira
e Associação dos Comerciantes aconteceu no último
dia 2 de Julho na sede da Sobeca, na Rua dos Patís, 414,
onde ficou definido que a programação terá
: Evento cívico de abertura, celebração de
missa, show artístico e a sessão solene da Câmara
Municipal em Vila Nova Cachoeirinha. É importante salientar
que o subprefeito Dr. Alberto Calvo se colocou, sem restrições,
apoiando tudo que a comissão de festas decidir. Nas próximas
edições estaremos divulgando as datas e a referida
programação.
UMA SUBPREFEITURA
PARA A CACHOEIRINHA
Através do Projeto de Lei nº 01-0267/2003 , o vereador
José Viviani Ferraz pede o desmembramento da subprefeitura
Casa Verde/Cachoeirinha e, conseqüentemente, a criação
da Subprefeitura Cachoeirinha, buscando com isso introduzir maior
qualidade aos serviços prestados pelo poder público
municipal, visto que a mesma apresenta inúmeros problemas
devido à sua grande extensão.
Como presidente do Lions Clube de Vila Nova Cachoeirinha, gostaria
de pedir aos presidentes das outras entidades representativas
da região para que enviassem carta de apoio ao projeto,
para todos os 55 vereadores da Câmara Municipal de São
Paulo.
PEDIDO
DE
DESCULPAS !
Na última edição desse semanário pude
ler na seção Notícias da Região, um
comentário do leitor Marcelo Conceição Silva,
que pedia explicações para o editor do jornal, sobre
a não publicação da coluna Fala Cachoeirinha,
na qual escrevo com muita satisfação.
Gostaria de responder ao leitor que a ausência da coluna,
em algumas edições, foi motivadas pela minha falta
de tempo, devido a inúmeras atribuições que
tenho. Além de pedir desculpas a todos os leitores, quero
dizer que já estamos nos organizando melhor para que a
referida coluna possa ser mais regularidade, visto ser este um
espaço muito importante que o Santana News abre para falarmos
do distrito de Cachoeirinha.
Nota: Quaisquer
sugestões para essa coluna podem ser enviadas para ivan
limabr@ig.com.br
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