Próxima atualização: 07/12
Edição 774
 Bairros
 Freguesia do Ó
 Pirituba
 Lapa
 Zona Norte
 Cachoeirinha
 Bairro do Limão

 Notícias
 Capa
 Acontece
 Colunista
 Comércio
 Cultura
 Esotérico
 Educação
 Política
 Roda & Motor
 Saúde
 Variedades

 Canais
 Classigrátis
 Edições
 Guia News
 MP3
 Imóveis
 Fale Conosco

Calendário 2005


Clique aqui

:: COLUNISTAS

Comenta
Por Roberto Rodrigues

A polêmica do beijo
gay que não aconteceu

O aguardado beijo entre Júnior (Bruno Gagliasso) e o peão Zeca (Eron Cordeiro), no último capítulo da novela América ofuscou até o destino da chata e sofredora Sol. Muito se falou em censura o que acabou provocando reações entre ongs voltadas à defesa dos homossexuais que prometem um “beijaço” em shopping center, mas isso seria necessário? Esse tipo de manifestação somente faz aumentar a polêmica e o preconceito e acredito que não houve preconceito nenhum da autora Gloria Perez, que conseguiu transformar América em uma das melhores novelas apresentadas pela emissora, sempre mostrando temas polêmicos com muita clareza, sem ser apelativa.
Alguns sites declararam que a autora perdeu a grande oportunidade de ajudar a diminuir o preconceito e que a emissora reforçou o preconceito e criou tabu em relação ao amor de iguais, pois saiba que eu discordo de tudo isso. O diálogo entre Júnior (Bruno Gagliasso) e sua mãe, a viúva Nelta (Eliane Giardini) emocionou, demonstrou clareza e aceitação, isso sim, vale mais que dezenas de beijos.
Enquanto a autora declarou que “a cena foi gravada, mas dependia da emissora exibir” (o que eu não aconteceu), a emissora declarou que “não houve gravação do tal beijo”, mas, depois admitiu que vetou a cena. Polêmicas à parte, o que vale é que pode, sim, existir amor entre iguais, longe de frescuras, baixarias, exageros e afetações.

O melhor do Brasil
Márcio Garca mostrou que sabe comandar um programa de televisão de variedades (e haja variedades!) no “O Melhor Do Brasil”, com seu jeito “garoto-carioca-suingue-sangue bom” mostrou uma excelente opção para assistirmos nas mornas tardes de sábado.

Contatos com o colunista: colunadoroberto@uol.com.br


 

Crônica da Semana
Por Ailton Barros

O velho paizano

Nem mesmo ele sabia direito porque era chamado de Paizano. Nascido na Hungria, serviu como militar durante a segunda grande Guerra.Terminado o conflito, veio para o Brasil em companhia da mulher, instalando-se na Vila Bancária, na Freguesia do Ó. Com conhecimentos técnicos de construção civil adquiridos na Europa, logo fez fortuna trabalhando como pedreiro e mestre de obras. Bem falante, apesar do forte sotaque estrangeiro, logo se tornou uma figura popular no bairro.
O apelido de Paizano foi-lhe aplicado em contrapartida às inúmeras histórias que contava de episódios militares vividos por ele. Proprietário de algumas casas, calhou vir alugar uma delas para sediar a delegacia do bairro. Certa vez, como habitualmente fazia, estava a tomar aperitivos com amigos, quando por um motivo qualquer se desentendeu com um deles. Como já estivessem ébrios e com os ânimos muito exaltados, foi chamado o delegado, que, por precaução, resolveu conduzir o velho Paizano até a delegacia.
Inúteis foram os esforços do delegado, na tentativa de acalmar o seu temperamento exaltado. Não restou outra alternativa ao delegado, mesmo que a contragosto, senão prendê-lo por aquela noite. Já amanhecia o dia seguinte, quando o velho Paizano ao despertar, constatou estar atrás das grades de uma cela, localizada numa de suas casas e construída por ele.
Este episódio marcaria definitivamente a vida daquele homem. Não conseguia entender, com um homem trabalhador e cumpridor dos seus deveres pudesse ficar preso, e o que é pior, nas dependências de uma casa que ele mesmo havia construído. Abatido e envergonhado, os dias seguintes na vida daquele homem foram de tristeza e amargura.
Recolhido à sua casa, viria a falecer algum tempo depois, deixando em todos que o conheceram, as saudades de um militar que um dia havia se tornado Paizano. ( Ailton Barros)


 

Fala Pirituba
Por Silvia Patrícia

* Estão abertas as licitações para as pessoas interessadas em abrir boxes no Mercado Municipal de Pirituba. Os interessados deverão procura a administração do mercado na rua Isaias de Noronha, 163, Pirituba.

* Gostaríamos de desejar ao senhor Antonio Segura, presidente da Associação dos Comerciantes do Jaraguá, suas melhoras. Conte sempre com os amigos e com esta colunista.

* Vem aí a Festa de Natal de Pirituba, participe! Atenção artistas e artesãos, inscrevam-se no Mercado Municipal de Pirituba, rua.Almirante Isaias de Noronha, 163, Pirituba.

* Aconteceu neste último dia 26/10 o almoço da Associação Comercial da Distrital Pirituba onde teve, como convidado Walter Feldman, secretário das Subprefeituras. Um sucesso! Parabéns à Associação Comercial.

Mande sugestões, críticas e reivindicações através desta coluna pelo e-mail: myddia@ibest.com.br


 

Filosofando
Por Célio Pires


Armas são nefastas
A violência se tornou banal e a vida nada vale. Mata-se e morre por pouco dinheiro, ou mesmo por causa de um acidente de trânsito ou por um time de futebol. As atrocidades são cometidas todos os dias Brasil afora, por motivos banais. As ações concretas para se combater este estado de coisas são poucas e as soluções distantes. Autoridades, no geral, propõe, sempre, combater a violência com mais violência e a população, que vota no referendo no domingo, 23/10/05, está propensa a optar pelas armas com forma de se garantir, ou seja, a guerra não declarada está fortalecida.
Será que a lógica é está: Combater a violência com mais violência? Armando-se.
Por um lado é isto o que prevalece, por outro lado, sabe-se que o mundo não é totalmente governado pela lógica, embora a própria vida envolva certa espécie de violência.
O sábio hindu Mahatma Gandhi disse, certa feita: “A nós (pacifistas) compete escolher o caminho da não-retaliação, evitando a violência”. Concluiu ainda que a atitude bélica de certos governantes busca esconder falhas do passado. A violência que hoje se colhe é resultante da falta de investimento na educação da criança de ontem, na falta de incentivo à cultura do povo, no passado.
Por que idéias que propõem solução definitiva para o problema, como a proibição de fabricação de armas, não vingam? E talvez não vingue nem a proibição de comercialização de armas, no Brasil? O espírito bélico paira entre os governantes e a eles não interessam a paz, pois esta é gratuita. E ao povo é passado a idéia de que armas protegem. Resta perguntar a quem?
Já o sábio taoísta, Lao Tse, que viveu no Século 6 a.C. assim aconselhou a um estadista:
“Aquele que quer dirigir os homens e crê em Deus, deverá opor-se sempre a toda conquista pelas armas”. E exemplificava: “No chão por onde passam exércitos a vida a se esgota, ali só brotam espinhos e ervas daninhas”.
Portanto, aquele que está no poder e se diz religioso deve saber que a opção pelas armas será sempre seguida pela destruição. “O bom dirigente contenta-se em ser resoluto. Atinge seus objetivos sem pregar a violência, pois a violência será sempre contra Deus (Tao) e aquele que é contra Deus é contra a vida”.

A Vitória é de quem soube
escolher o campo de batalha

Em uma disputa acirrada, quando os golpes baixos multiplicam-se extrapolando limites, é sempre bom lembrar velhos tratados e da máxima inflexível: “Mesmo em uma guerra há regras a seguir”. Uma vitória ardentemente conquistada (a qualquer custo) guardará sabor amargo, mesmo para os vencedores. Em eleições (também uma guerra) é preciso não perder de vista que o que está em jogo não são interesses pessoais, mas os públicos. O adversário deve ser vencido e não aniquilado.
Sabe-se que os artífices das guerras já previram em seus manuais que, na arte da disputa, há partes que são travadas nas trevas, ou seja, se utiliza ações na ilegitimidade, em maior ou menor grau, mas isso é apenas uma das táticas - o que termina de fato a vitória são outros fatores. Nada substitui a coragem, a determinação e o vigor.
São fundamentais numa vitória: o planejamento e a ação certeira. A vitória é fruto de um cálculo preciso, poucas chances tem de vencer aquele que não calcula. O vitorioso, via de regra, é quem realiza o combate no campo de batalha que escolhe. Quando a dianteira cresce, normalmente, quem fica pra trás apela para outra regra básica, ou seja, só vê possibilidade de vitória no ataque, o que é verdadeiro.
A vitória será de quem souber fazer a boa batalha, enfim, quem melhor soube conduzir o seu exército.

Texto de Célio Pires, sobre argumentos de “Sun Tzu, vide o livro milenar chinês.
“A Arte da Guerra” (L & DM Pocket)



Convém Você Saber
Por Henrique Deloste


Hospital Cachoeirinha:
Atendimento ruim

Com dores no peito e tosse Lindaiane procurou atendimento médico no Hospital Geral de V.N. Cachoeirinha, localizado na Av. Dep. Emilio Carlos, após três horas de espera por uma consulta com clínico geral, uma funcionária avisou-a que havia apenas um médico para os atendimentos e que iria demorar mais um pouco. As pessoas que estavam lá se revoltaram. Os responsáveis da área da saúde não estão nem aí. O problema é antigo e é empurrado com a barriga, nada é resolvido. Até quando esperar?

Subprefeitura. O subprefeito Odair Ziolli (Freguesia do Ó/ Brasilândia) vem desenvolvendo um bom trabalho. Através de visitas tem observado de perto os problemas do bairro.
Agradecimento. Ao Secretário das Subprefeituras Walter Feldman, que determinou a alguns subprefeitos que descem o máximo de apoio ao Show Contra a Fome, que acontece na quadra da Rosas de Ouro no dia 20/11/05, organizado por este colunista. Agradeço também à Subprefeitura Casa Verde pelo apoio.

18º Batalhão. Sob o comando do capitão PM Dudas, da 2ª Cia. do 18º BPM/M, a Polícia Militar garantiu ativamente a segurança no evento ocorrido na Rosas de Ouro. dia 20/11.
Parceria. A Associação dos Moradores do Jardim dos Francos e Adjacências estão firmes no trabalho de união com o Conseg-Vila Amália e Associação pelo Desenvolvimento de V.N. Cachoeirinha. Vale a pena lembrar que já existe uma agenda programada e que será desenvolvida neste região, o que inclui grandes eventos com apoio de empresários.
Apoio. As bandas Bragada e Bate Bum (axé) merecem apoio e destaque pelo talento que têm. Quem também merece apoio é o cantor Gel Calixto e seu parceiro Oriu dos Teclados, ambos cantantes das noites paulistanas.


Informações: 3983-1871 / 9727-8502
ou por e-mail: henriquedeloste@yahoo.com.br.


 

 

 

 

Olho Vivo
Por Luis do Pandeiro


PROBLEMAS QUE PARECEM INSOLUCIONÁVEIS


A feira livre do Jardim Carumbé/Brasilândia é um caso de polícia. Ela ocupa parte da Estrada Amâncio de Barros e Av. Manoel Bolívar, onde ônibus, caminhão de gás e quem estiver de automóvel tem que passar, sem outra opção. Aos sábados, quem quiser chegar ao Jd. Carumbé, fica difícil, já que os ambulantes ocupam a via, ali não há calçadas e, em cerca de trinta metros, é deixado apenas um espaço para passar um ônibus por vez.
Este é um típico problema que não se entende porque não é resolvido. Nestas horas é que se pergunta onde estão os fiscais da subprefeitura. Afinal, muda-se de prefeito, mas problemas simples como estes não são resolvidos. Porque será? (Luis Paulino)

RESPOSTA:
Em resposta à reclamação de Luis Paulino, referente à feira livre no Jardim Carumbé, a Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia irá intensificar a fiscalização no local da feira para solucionar o problema. (Assessoria de Comunicação Sub FÓ)

 






 



 


:: Capa da Edição


VEJA TODAS AS PÁGINAS

Deixe este site como sua página inicial. Clique aqui.

:: Publicidade














Capa | Acontece | Colunistas | Cultura| Esotérico | Política | Saúde
Cadastre-se | Classinews | Imóveis | Serviços | Fale Conosco

© Copyright 2002 Dennis Fidalgo Doimo - Todos os direitos reservados